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Philips Walita anuncia a primeira AirFryer Conectada do Brasil

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Em mais um passo de inovação e pioneirismo, a Philips Walita, marca brasileira de eletroportáteis que está presente no mercado há 82 anos, anuncia o lançamento da primeira AirFryer Conectadado Brasil. Repleta de inteligência e conectividade, a novidade pode ser controlada à distância, por meio do aplicativo NutriU em Smartphones e/ou controle de voz, via assistente virtual Alexa, para o preparo de diferentes receitas, sem precisar de contato físico para isso. O produto está disponível para compra nas Lojas Polishop, com o preço sugerido de R$ 1.999,90.

Com design inovador e em touch screen, a AirFryer Conectada chega em tamanho família, com capacidade de 4,6 litros, e sete pré-programações:  batata frita, snack congelados, frango, peixe, muffins, carne e vegetais, além da função Manter Aquecido. Com potência de 2000 watts, a Airfryer conta ainda com a tecnologia exclusiva da Philips Walita, Rapid Air – que permite fritar, grelhar, assar e cozinhar receitas sem o uso de óleo. Inclusive, todas as peças do produto são antiaderentes e podem ser lavadas em lava-louças.

“Estamos muito entusiasmados em trazer para o mercado mais um produto disruptivo e que vai revolucionar a forma dos brasileiros preparem as suas receitas. Somos pioneiros no lançamento da tecnologia Rapid Air e, agora, a primeira empresa a criar uma fritadeira elétrica conectada. Tudo isso, pois estamos sempre atentos às inovações e em desenvolver soluções que facilitem a rotina dos nossos consumidores. Queremos levar mais tecnologia e praticidade para os lares brasileiros”, comenta Thaiane Cortez, gerente de marketing da companhia.

Tecnologia

AConectadagarante uma nova experiência na hora de preparar receitas, permitindo que o consumidor se conecte à AirFryer de onde estiver, com rapidez, personalização e conforto. Para ter os seus comandos ainda mais personalizados, a Philips Walita desenvolveu um aplicativo exclusivo, o NutriU. Com ele é possível ajustar tempo e temperatura, além de monitorar o preparo da receita e ativar a opção ‘manter aquecido’, para que o alimento não perca a temperatura na AirFryer. O app irá guiar todos os passos do preparo da refeição e avisar se for necessário interagir com o alimento, como em caso de necessidade de mudança de temperatura na receita, que pode ser realizada remotamente.

Com o NutriU, também é possível preparar a refeição manualmente, além das opções pré-programadas. Inclusive, quanto mais o consumidor utiliza o aplicativo, melhor ele entende as suas preferências e oferece recomendações de receitas personalizadas. A fim de garantir ao usuário total controle do preparo do seu alimento, automaticamente, o aplicativo envia uma notificação informando regularmente sobre o preparo e finalização da receita, para que o consumidor possa se concentrar em outras atividades de sua rotina.

“Acreditamos que a AirFryer Conectada será uma grande aliada e facilitadora na realização das atividades diárias, garantindo refeições mais saudáveis e com mais sabor. Com ela, é possível criar diferentes pratos sem a presença física de uma pessoa para iniciar, monitorar e finalizar o processo, o que é uma grande revolução para as cozinhas de todo o país. Inclusive, a chegada da conexão 5G ao Brasil, dará ainda mais agilidade à conexão. Vemos essa evolução digital como um acelerador para a chegada de mais aparelhos conectados ao Brasil”, finaliza Thaiane.

NutriU

O aplicativo conta com mais de 200 receitas práticas para serem preparadas sem o uso de óleo na AirFryer. Com foco em uma alimentação saudável e dicas culinárias, o NutriU está disponível gratuitamente para os sistemas operacionais IOS e Android. Para saber mais, acesse: https://www.philips.com.br/c-e/ho/philips-nutriu-app.html

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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