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Philips Hue Play chega ao Brasil para elevar a experiência dos usuários no consumo de entretenimento

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Philips Hue Play chega ao Brasil para elevar a experiência dos usuários no consumo de entretenimento
A partir de agora assistir a um filme ou jogar videogame vai poder se tornar uma experiência unicamente imersiva. A Signify (Euronext: LIGHT), lança no Brasil a barra de luz com sincronização simultânea com músicas e com imagens reproduzidas em uma tela de computador. A novidade passa a integrar o portfólio de iluminação inteligente de última geração da marca, transformando a experiência ao permitir que o usuário se transporte para dentro da tela.

A nova Philips Hue Play é ideal para quem busca levar o consumo de entretenimento a outro nível. Sua versatilidade permite posicioná-la de diferentes maneiras a fim de criar efeitos de iluminação completamente envolventes. Por projetar luz indireta, pode ser colocada horizontalmente ou verticalmente ao lado de monitores e televisores, ou então ser fixada atrás das telas (suporte e fita adesiva inclusos) para criar uma iluminação de fundo impecável.

O sistema de sincronização do produto deve agradar até mesmo os usuários mais exigentes. Por meio de uma simples configuração no aplicativo Hue Sync para computador, é possível amplificar toda a experiência durante o uso, criando um ambiente altamente imersivo graças ao efeito de luzes que responderá às cores que forem projetadas na tela do computador ou então às músicas que estiverem tocando.

E aproveitar os recursos da nova Philips Hue Play no televisor também é uma possibilidade. Basta o usuário espelhar a tela do notebook direto na TV e então aproveitar a sincronização de imagem e luz com o aplicativo Hue Sync para criar um ambiente cinematográfico na sala de casa. Seu uso para fins decorativos também se destaca para a criação de ambientes totalmente modernos. Quando posicionada no chão ou em uma estante de livros, por exemplo, a nova Philips Hue Play oferece uma iluminação de realce perfeita e seu design elegante permite que integrá-la a qualquer área.

Seu uso é bastante intuitivo, a instalação extremamente fácil, e a sincronização com a Hue Bridge, a central inteligente da marca, é obrigatória para o seu funcionamento. Dessa forma, para utilizar o produto, basta conectá-lo à uma fonte de energia, baixar o aplicativo Philips Hue, e sincronizar com a sua Hue Bridge. Assim, você poderá controlar as suas novas luzes de maneira independente, ou todo o seu sistema de iluminação inteligente Hue por meio de um toque no celular. Assim como todos os produtos Philips Hue, a Hue Play possui 16 milhões de opções de cores e tons de branco, que também podem ser controladas por assistente de voz.

Disponível na cor preta e bivolt, a nova Philips Hue Play está disponível a partir de hoje no Brasil em três versões: Hue Play unitária (R﹩ 749), Hue Play com 2 unidades (R﹩ 1.149) e a Hue Play Extensão (R﹩ 549) – para quem já possui uma ou duas barras de luzes. Todos os produtos já vêm com suportes para uso opcional e fita adesiva 3M. A compra poder ser realizada na Loja Philips , na Amazon, e em demais outros marketplaces.

Aplicativo Philips Hue pronto para o futuro

O aplicativo Philips Hue, recentemente remodelado do zero, permite aos usuários da nova Philips Hue Play criar uma série de diferentes combinações. Agora, a aba Automações possui rotinas predefinidas e opções mais completas de personalização.

Uma das atualizações mais solicitadas e esperadas também já está disponível: a geolocalização multiusuários. Ao usar as definições para sair ou voltar para casa de forma automatizada, o aplicativo Hue agora verifica se alguém está em casa antes de executar a ação. Assim, quando a pessoa que controla a automação sair de casa, o aplicativo Hue verifica se outros membros da família ainda estão presentes para que eles não fiquem no escuro.

Linha completa de produtos para casas conectadas

A linha Philips Hue no Brasil conta ainda com o Hue Starter Kit , com 3 lâmpadas e 1 Hue Bridge para quem está iniciando no universo de casas conectadas; a Lâmpada Hue E27 , que possibilita descobrir a iluminação inteligente por meio do modo Bluetooth, ou a ampliação dos sistemas conectados já existentes; a Hue GU10 voltada para uma iluminação mais direcional ao ambiente, com menor angulação do facho de luz; a Hue Bridge para criação de sistemas completos de casa inteligente; a Hue Lightstrip Plus para decoração de espaços e ambientes imersivos; a Hue Go , luminária inteligente portátil sem fio; o interruptor inteligente Hue Dimmer Switch , que também atua como um controle portátil; e por fim, o sensor de movimento Hue Motion Sensor .
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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