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Pernambucanas ingressa no mercado de venda direta

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A Pernambucanas, marca varejista nacional e pioneira em inovações, acaba de ingressar em um novo modelo de vendas, ampliando sua atuação nos canais físico e digital. A partir de agora, qualquer pessoa poderá se tornar um Revendedor Pernambucanas, ou seja, um vendedor direto dos produtos comercializados pela marca. A iniciativa tem o compromisso de apoiar as famílias brasileiras, colaborando com novas frentes e oportunidades de renda extra, especialmente diante desse momento delicado que o país vem enfrentando.

Todos os produtos podem ser comercializados pelos revendedores como Vestuário, Calçados, Lar, Eletro e Beleza, além dos produtos e serviços da fintech Pefisa, braço financeiro da marca. Inicialmente, existem dois modelos de vendas. No primeiro, os revendedores compram os itens diretamente com a marca, com descontos exclusivos a eles, e revendem para a rede de contatos. No segundo modelo, os vendedores utilizam um catálogo virtual para a divulgação aos seus clientes, que fazem as compras diretamente pela marca. Os ganhos financeiros podem chegar a 15%, correspondente ao tipo de produto e volume vendido.

Um dos grandes diferenciais é a agilidade na entrega. Como os itens comercializados saem dos estoques das lojas físicas, os revendedores conseguem entregá-los ou mesmo os clientes podem retirá-los em 2h. Isso porque cada revendedor conta com uma loja de apoio em que, além de retirar os produtos, também recebem todo o auxílio do Gerente, seja conhecendo as novidades, tendências ou mesmo esclarecendo dúvidas.

Os revendedores também possuem diversas vantagens como descontos exclusivos em serviços e seguros da fintech Pefisa como, por exemplo, o Microsseguro Cuidar Mais, plano odontológico, entre outros, além da Conta Digital Pernambucanas e a possibilidade de análise de crédito diferenciada para obter o cartão Pernambucanas. Também contam com descontos especiais em compras próprias na loja.

“Somos uma empresa marcada pelo forte relacionamento com as famílias brasileiras. Sabemos o quanto esse DNA está alinhado às vendas diretas, que também carregam na sua essência a grande conexão com os clientes. A iniciativa não é apenas a criação de mais um canal de vendas e sim a possibilidade de apoiar o país novamente e contribuir com uma renda extra a tantos que precisam”, explica Sergio Borriello, CEO da Pernambucanas.

Segundo ele, esses profissionais são mais do que revendedores. “Eles contam com o apoio direto de um Gerente de loja que, além de ser um ponto focal, irá orientá-los e capacitá-los. Eles também têm à disposição todo o ecossistema de vendas da marca. Tem acesso a uma ampla experiência de varejo, uma rede de pontos de venda com grande capilaridade, estrutura de logística e vendas digitais. Tudo isso de uma marca centenária fortemente conectada com o Brasil”, completa.

Os vendedores contam ainda com o Portal do Revendedor com acesso aos catálogos digitais, que podem ser totalmente personalizados, além da possibilidade de realizar toda a gestão de ganhos e pedidos no local. Cada um deles tem ainda à disposição a Universidade Digital Pernambucanas, com mais de 30 treinamentos personalizados que contribuem com o aprimoramento profissional.

 

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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