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NIssin Foods do Brasil estreia campanha que reforça consumo de miojo frio em dias quentes

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Está muito calor para consumir sua refeição favorita? Pensando nisso, a NISSIN FOODS DO BRASIL acaba de lançar uma campanha para lembrar os consumidores que a linha Saladaria é voltada para o consumo frio, com a possibilidade de incrementar o produto com legumes e verduras, o que deixa o prato ainda mais colorido e com a cara do verão.

São três vídeos desenvolvidos pela dentsumcgarrybowen, que serão veiculados nas redes sociais da NISSIN, porém com um diferencial: os novos filmes só serão transmitidos em cidades selecionadas, nas quais a temperatura estiver acima de 25º.

Ana Fossati, gerente de Marketing da NISSIN FOODS DO BRASIL, explica que os graus que aparecerão em cada vídeo corresponderão à temperatura da localidade daquele consumidor. “Se estiver fazendo 30° na cidade de São Paulo, o vídeo mostrará essa temperatura exclusivamente ao público paulistano”, diz.

O principal objetivo da campanha é aumentar o brand awareness e reforçar o conceito da marca e seus produtos. “Saladaria é perfeito para aqueles que procuram receitas criativas e refrescantes, principalmente em dias quentes. No entanto, a sensação de calor difere de pessoa para pessoa. É por isso que criamos uma comunicação personalizada com base na temperatura e condicionada às informações meteorológicas. Com isso, as plataformas como Instagram e Facebook mostrarão a conversa mais adequada à condição climática do dia”, comenta Kojiro Tanoue, diretor de Criação Executivo da dentsumcgarrybowen.

Ficha Técnica

Anunciante: Nissin Foods do Brasil

Produto: Saladaria           

Campanha: Tá Calor

Agência: dentsumcgarrybowen

CCO: Danilo Janjacomo

Diretor de Criação Executivo: Kojiro Tanoue

Diretor de Criação: Murilo Torezan

Criação: Kojiro Tanoue, Murilo Torezan

Produção: Juliana D’Antino, Indaiara Pelizario e Giovanna Zanardo

VP de atendimento: Bruno Panico

Atendimento: Liza Rebechi, Marcella Sousa, Maria Gabriela Ribeiro Ramos e Vanessa Bortolosso

VP de estratégia: Priscilla Ceruti

Planejamento: Eduardo Teixeira

Conteúdo: Viviane Teves Frohlich, Mariana Rudzinski, Larissa Santos

Diretor de mídia: Raphael Cunha

Mídia: Gustavo Ono e Leandro Lourenço

Conteúdo: Viviane Teves Frohlich, Mariana Rudzinski e Larissa Santos

Tecnologia: Pedro Gravena

Aprovado por: Yosuke Kawai, Yoshimi Miura, Ana Fossati, Amanda Leão, Tatiana Curi e Erika Lee.

Produtora de imagem: ÇA VA ART

Direção do filme: HYMALAIAS

Direção de Fotografia: Vitor D`Angelo

Produção Executiva: Gabriela Lemos e Claudia Stancev

Atendimento: Gabriela Lemos

Coordenadora de Produção: Suyan Mariotti

Direção de Produção: Rafael Braga

Motion Designer: Rodrigo Peres

Coordenação de Pós-Produção: Rodrigo Vidal

Edição: Diogo Azuma

Produtora de som: Lua Nova

Produção: Fred Benuce e Equipe Lua Nova

Atendimento: Larissa Storch

Maestro: Fred Benuce

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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