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Nestlé e Gerando Falcões unem forças

A Nestlé e a ONG Gerando Falcões uniram forças e desenvolveram um produto social inovador para apoiar o combate à pobreza no Brasil, em um projeto que soma a expertise de uma das maiores empresas de alimentos do mundo ao talento de jovens de um dos maiores ecossistemas sociais do país. Este é o primeiro produto social que a Nestlé lança globalmente. Todo o lucro gerado com a venda dos produtos — que são barras de cereais & frutas — será revertido para apoiar o projeto Favela 3D — Digna, Digital e Desenvolvida, inciativa da Gerando Falcões que busca reestruturar as favelas para promover uma transformação completa, focada na melhoria da qualidade de vida de seus moradores.
O produto social foi uma cocriação da Nestlé com jovens da ONG que vivem em favelas na região metropolitana de São Paulo. A iniciativa integra uma parceria de longo prazo e alcance entre Nestlé e Gerando Falcões, com foco em modelos sustentáveis de inovação social, que gerem valor para todos. As ações se estruturam em três grandes pilares: inclusão social, empregabilidade e produto & negócio social. Desde 2018, as organizações já realizaram juntas ações de doações de alimentos, de apoio ao esporte e à inclusão social e também de contratação de jovens profissionais selecionados e capacitados dentro de iniciativas da ONG.
“A consciência social da Nestlé proporciona uma transformação ampla, começando pela oportunidade que a empresa dá aos jovens atendidos pela Gerando Falcões e chegando até as doações que são feitas para o Favela 3D, por meio da venda das barrinhas. Iniciativas como esta, que abrangem tantas frentes no combate à pobreza, são essenciais para mudar definitivamente a realidade do Brasil”, afirma Edu Lyra, fundador e CEO da Gerando Falcões
“Esse é o primeiro produto social que a Nestlé lança no mundo e temos muito orgulho de dar esse importante passo por meio de nossa parceria com a Gerando Falcões, que é uma das principais entidades de combate à pobreza e empoderamento social do Brasil. É também uma oportunidade muito grande de contribuirmos para dar voz e oportunidades aos jovens talentos das comunidades do país, um dos principais pilares da nossa atuação como Companhia”, aponta Marcelo Melchior, CEO da Nestlé Brasil.
Processo de cocriação
Para o desafio de criação do produto social, Nestlé e Gerando Falcões convidaram colaboradores da companhia e líderes da favela para pensarem juntos. Foram mais de 60 pessoas envolvidas e mais de 40 ideias apresentadas, até chegar a 12 conceitos finais que resultaram na barrinha de nuts. A partir daí, o time de Nutrição da Nestlé, junto com equipes de Inovação e Transformação Digital, cuidou do desenvolvimento nutricional e de embalagem do produto. A arte para a embalagem foi idealizada por 5 jovens talentos da Gerando Falcões.
Serviço
As barrinhas estão disponíveis nos sabores Banana&Canela e Coco e contêm um mix de vitaminas e minerais. Elas poderão ser encontradas a partir de 02/02 no Empório Nestlé e no Mercado Livre, com valor sugerido de R$ 4,85. O projeto também conta com uma landing page com mais informações sobre seu processo de criação.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







