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Nescafé apresenta Nomad, plataforma de experiências que quer democratizar o consumo de cafés especiais

Visando abrir as portas do mundo dos cafés especiais, Nescafé apresenta Nomad, sua plataforma de imersão e conhecimento para os amantes da bebida. Com formato inédito no Brasil, o projeto promete transformar o mercado, proporcionando ao consumidor acesso a um conteúdo completo sobre o café especial, em uma jornada que vai desde a origem do grão — o chamado terroir —, passa por detalhes de pós-colheita, torra e moagem, e até instrui na análise sensorial da bebida. Tudo acompanhado por sachês de café cuidadosamente porcionados para uma xícara, vindos de microlotes de fazendas que são referência em qualidade e sustentabilidade no Brasil, e entregues em casa.
Espécie de clube de assinaturas feita para acontecer ao longo de seis meses, a jornada de experiências Nomad se dividirá em capítulos; para cada um, acompanham 12 sachês de cafés especiais moídos, com detalhes de procedência e modo ideal de preparo, e 12 vídeoaulas exclusivas, de cerca de 3 minutos, cada, e com foco nos cafés da vez, ministradas pela barista Gi Coutinho, do canal Pura Caffeina. O objetivo é transmitir os conceitos a respeito do café com exemplos práticos, a partir de degustação guiada pela barista, e durante o tempo de preparo de uma xícara.
“A cada gole, enxergamos a oportunidade de compartilhar com nossos consumidores a riqueza dos grãos brasileiros em todas as suas particularidades. Nomad por Nescafé chega como um verdadeiro convite para que o público embarque de vez no universo dos cafés especiais”, afirma Tiago Buischi, diretor de marketing de cafés da Nestlé.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







