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Mercado de classificados online cresce em 2020

Até pouco tempo atrás, quem buscava um serviço, uma oportunidade de emprego, um imóvel para alugar ou comprar, a dica era olhar o caderno de classificados, principalmente no domingo, que era o dia ideal para os leitores terem acesso a um número maior de oportunidades.
Os classificados tinham um custo que variava de acordo com o tamanho do anúncio, produto a ser anunciado, local e em que dia seria veiculado. Com o passar do tempo, os negócios se tornando cada vez mais digitais, os classificados dos jornais migraram seus conteúdos para a internet. Hoje em dia, além dos anúncios que ainda são vinculados a algum jornal ou revista, existem plataformas exclusivas de classificados, a exemplo do site VIVALOCAL, através do qual é possível criar novas conexões entre quem tem serviços a oferecer e quem procura soluções.
O mercado de classificados online é um ambiente onde o público está presente e interagindo a todo momento. Em média, um consumidor gasta menos de um minuto para encontrar um produto ou serviço desejado utilizando buscas online. Tudo está ao alcance das mãos, nas telas de smartphones, tablets e computadores. Essa praticidade é considerada uma excelente vantagem tanto para o consumidor que consegue encontrar rapidamente o que deseja, quanto para quem anuncia.
Números
As mudanças nas relações de consumo têm levado mais pessoas a procurarem os classificados online para venda ou compra de diferentes produtos e serviços. Com o isolamento social provocado pela pandemia, pessoas e empresas, até então pouco acostumadas a usar a tecnologia, perceberam o quanto ela pode contribuir para as mais diferentes atividades, como trabalho, escola, lazer e negócios. Isso levou o setor a um crescimento poucas vezes visto. Para se ter uma ideia, em 2020, as vendas pela internet, de algumas categorias de produtos, mais que dobraram se comparadas aos mesmo período do ano anterior.
Um estudo do Movimento Compre&Confie em parceria com Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) revelou que o e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais nos oito primeiros meses de 2020 em comparação com igual período do ano passado. Embora o valor do tíquete médio tenha caído 5,4%, o aumento do faturamento foi possível porque houve crescimento de 65,7% no número de pedidos. E não se engane: esses números refletem também a busca por produtos e serviços disponíveis nos classificados online.
Vantagens dos classificados online
A crise econômica e aumento do desemprego são fatores que colaboraram para o aumento do número de profissionais autônomos que utilizam as ferramentas digitais para divulgar seus produtos e/ou serviços e captar novas oportunidades. Isso contribui para que um número cada vez mais expressivo de clientes tenham acesso a profissionais de diversas áreas, possam cotar preços e encontrar a oportunidade ideal. Destacamos abaixo algumas vantagens para quem anuncia em classificados online:
Online x impresso – Investir em mídias como jornal impresso, revista, televisão ou rádio ainda é considerado muito eficiente para atingir o público alvo, porém, a internet é capaz de atingi-lo mais rapidamente, pois oferece ao consumidor a possibilidade de encontrar um produto ou serviço sem sair de casa, tudo através de um clique.
Custo x benefício – Com os classificados online, você tem a liberdade para decidir quanto, como e quando investir. Tendo em vista que a internet é muito ampla e a possibilidade de alcance está a nível nacional, gastando pouco você poderá atingir pessoas do país inteiro ou de uma determinada região, caso essa seja sua preferência.
Flexibilidade – Com os classificados online, você pode aproveitar os benefícios que vêm com a mídia digital como atualizar e editar livremente seus anúncios e monitorar os resultados.
Otimização – A possibilidade de otimização, de correção e de melhoria dos anúncios é real. Se você está trabalhando nas mídias digitais, você consegue fazer isso com bastante facilidade. Basta você acessar a ferramenta que usa para fazer o anúncio e trocar o texto ou a imagem.
Você no controle – Os classificados online dão maior agilidade e precisão quando o assunto é mensurar os resultados de um determinado anúncio. Você acompanha em tempo real seus classificados, quais anúncios estão desempenhando melhor, quantas pessoas já viram e quem está clicando. Quanto maior o número de pessoas interessadas no seu anúncio significa que melhor posicionado ele está.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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