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McLanche Feliz deixa de conter ingredientes artificiais

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McLanche Feliz deixa de conter ingredientes artificiais

Conforme anunciado pelo McDonald’s, o icônico McLanche Feliz, finalizou o processo de substituição de ingredientes artificiais

Antes de mais nada, a Arcos Dourados, responsável pela operação do McDonald’s em diversos países, anunciou a substituição de ingredientes artificiais do McLanche Feliz. A novidade vem logo após a empresa ter identificado, por meio de uma pesquisa realizada no último ano, que 45% dos pais entrevistados gostariam de oferecer a seus filhos refeições sem corantes e aromatizantes artificiais.

“Esse movimento chega para responder a um desejo de nosso consumidor. Estamos ouvindo os clientes o tempo todo e identificamos que o uso de corantes e aromatizantes naturais em nossos produtos é algo importante. Com isso em mente, trabalhamos com nossos fornecedores e equipe de qualidade para que os produtos do McLanche Feliz passassem a contar apenas com corantes e aromatizantes naturais”, explica Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Plataforma de grande importância para a marca, o McLanche Feliz está em constante evolução e, em 2011 passou a contar com as Mcfritas Kids, já em 2013 a marca eliminou a comunicação com refrigerantes. Em 2014 o Danoninho chegou como opções de sobremesa e no ano seguinte os tomatinhos foram incorporados as opções de acompanhamento.

Atualmente a marca oferece combinações com menos de 600 calorias, fruto da reformulação apresentada em 2019 as combinações atendem aos Critérios Nutricionais Globais do McDonald’s, endossados ​​pela Sociedade Interamericana de Cardiologia, a Associação Brasileira de Nutrição, a Fundação Cardiológica de Argentina e a Sociedade Peruana de Nutrição.

Confira os itens disponíveis:

• Como principal, os deliciosos McFiesta, Hambúrguer ou Chicken McNuggets;

Como acompanhamento, as McFritas Kids ou Tomatinhos;

• Como bebida, Suco Del Valle 100% Uva (sem adição de açúcar) ou água mineral;

• Como sobremesa, o Danoninho (com corantes e aromatizantes naturais);

No ano passado, a empresa anunciou que completou a substituição de corantes e aromatizantes artificiais em 14 ingredientes. O processo levou mais de 2 anos e contou com a colaboração de 90 fornecedores em toda a América Latina, sendo 15 deles no Brasil.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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