Empresa
Lojas Formaggio Mineiro eliminam mesas dos estabelecimentos e implantam sistema próprio de delivery para atendimento à distância

Empresa faz adaptações seguindo as recomendações globais dos órgãos oficiais de saúde para contribuir com a minimização do contágio pelo Covid-19 e driblar os impactos do cenário tanto à população, quanto aos colaboradores e ao negócio
Pioneira em pão de queijo gourmet no Brasil, a Formaggio Mineiro possui cinco lojas próprias de fábrica em São Paulo, unidades no Campo Belo, Moema, Vila Leopoldina, Jardins e Morumbi. Onde recebe centenas de pessoas diariamente para apreciar pães de queijo, queijo, café, comercializar congelados e delícias típicas de Minas Gerais. A qualidade dos produtos aliada ao atendimento diferenciado são as grandes referências conquistadas pela marca. E, diante do cenário vivenciado pela população com a pandemia do coronavírus, a empresa adotou novas medidas baseadas nas recomendações da OMS –Organização Mundial da Saúde- e do Ministério da Saúde.
A primeira providência foi eliminar todas as mesas e cadeiras das lojas, garantindo o distanciamento necessário entre os visitantes e agilizando o atendimento sem comprometer o carinho e a atenção com que a Formaggio Mineiro atua. “Dessa maneira, também ampliamos a ventilação do ambiente e reduzimos o tempo de permanência dos clientes e colaboradores em contato interpessoal”, acrescenta Marcello Lage, um dos proprietários da companhia.
Além disso, a rede de lojas próprias está implantando sistema de delivery com um telefone para cada unidade, visando atender aos clientes das imediações à distância, com entregas tanto de produtos congelados, quanto assados e demais itens das prateleiras.
Vale ressaltar que nos estabelecimentos já são disponibilizados álcool em gel à vontade para o visitante, bem como lavabo para higienização das mãos. Também foi intensificada a limpeza com álcool 70% de locais com fácil acesso ao cliente, como máquinas de cartão de crédito, balcão, geladeiras, entre outros.
A Formaggio Mineiro está no mercado desde 2010, quando deu início à produção do pão de queijo gourmet com a primeira grande “fornada” da versão tradicional. O único pão de queijo do Brasil elaborado com 40% de queijo puro em sua composição -canastra e parmesão- e sem fécula de mandioca, resultando em muito mais sabor e consistência ímpar, feito com zero por cento de gordura trans e sem glúten.
Depois, utilizando a massa do pão de queijo gourmet, a Formaggio Mineiro lançou: pão de queijo multigrãos –produzido com linhaça, gergelim, quinoa e semente de girassol-; waffle de pão de queijo –único com massa de pão de queijo e sem glúten-, pão de queijo de gorgonzola, pão de queijo de chocolate belga, além da chipa três queijos –com provolone, parmesão e mussarela.
Em 2020, a empresa está comemorando 10 anos de atuação no mercado, tendo conquistado clientes em todo o Brasil, não somente em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Goiânia, Bahia, Fortaleza, Mato Grosso, Espírito Santo, Maranhão e Manaus.
Mais informações pelo site www.formaggiomineiro.com.br e redes sociais Facebook e Instagram, @formaggiomineiro.
Empresa
Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
Empresa
Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








