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Kopenhagen convida público a iluminar bons sentimentos neste Natal

A Kopenhagen decidiu direcionar toda a sua nova campanha de Natal para os canais digitais e mostrar que nesses últimos meses em que estivemos separados, algumas pessoas conseguiram transformar a situação delicada do isolamento em uma oportunidade única para celebrar e iluminar este fim de ano e já ter boas esperanças para um 2021 melhor! A Artplan criou a comunicação para a marca cujo conceito é ‘Ilumine o que vem de dentro’.
Para este momento, a iniciativa conta com um projeto de branded content, pensado especialmente para a Kopenhagen, e traz mensagens de que bons sentimentos são o início para iluminar o melhor do Natal. Ao adquirir os produtos, o consumidor será agraciado com embalagens pop up temáticas, sendo que uma delas, o Panettone Língua de Gato Exagero, tem luzes de led em seu interior.
O público também encontrará algumas palavras-chave, que representam sete votos de fim de ano e desejos por dias melhores como a paz, felicidade, otimismo, esperança, renovação, sucesso e prosperidade.
No ambiente digital da marca, o ‘Meu primeiro Natal iluminado’ traz depoimentos verídicos de sete pessoas, cada história relacionada a um voto de fim de ano. Depoimentos foram capturados e transformados em filmes de 30 segundos. Toda semana um vídeo novo será publicado.
“Foram meses de distanciamento social, meses de saudade e ansiedade para que tudo se resolvesse, para que pudéssemos voltar a confraternizar com as pessoas que amamos. A pandemia não acabou, a verdade é que ainda estamos todos sujeitos a uma série de limitações e protocolos para reuniões e encontros, mas precisamos comemorar até os pequenos avanços e essa campanha vem justamente para coroar esse momento em que muitas famílias vão se reunir pela primeira vez no ano. Mais do que oferecer um portfólio diversificado e acessível, queríamos uma campanha que levasse à reflexão e que impactasse a todos com mensagens lindas que denotam a felicidade de compartilhar momentos e a alegria de celebrar a vida e reencontros. A magia do Natal Kopenhagen vai iluminar as celebrações em todo o país e rechear os momentos de sabor e votos especiais de saúde e paz!”, explica a diretora de marketing de Kopenhagen Maricy Porto.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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