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Johnson & Johnson Consumer Health lança campanha institucional e ressalta seu propósito para impactar a saúde da humanidade por meio do cuidado

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A Johnson & Johnson Consumer Health, divisão de consumo da maior e mais diversificada empresa de saúde do mundo, lança a sua nova campanha institucional “Vamos Cuidar”, em que reforça o quão importante é o ato de cuidar de si e das pessoas para uma vida mais saudável, alinhado ao propósito da companhia.

Criada pela agência Wunderman Thompsone exibida nas plataformas Google e Facebook, a campanha convida à reflexão sobre a força dos hábitos de cuidado com a saúde em um contexto em que o mundo é desafiado pela Covid-19.

Suas peças foram desenvolvidas considerando as jornadas e experiências dos consumidores e contando com pessoas de diversos perfis e idades, que cuidam de si e dos seus próximos em simples atitudes como dar banho em uma criança, proteger a pele do sol, combater a dor, cuidar da pele do bebê, zelar pela saúde bucal e ajudar a curar um machucado. Em todos esses cuidados, os consumidores são os protagonistas e a Johnson & Johnson Consumer Health está presente por meio de marcas como JOHNSON’S® Baby, TYLENOL®, LISTERINE®, NEUTROGENA® e NEOSTRATA®.

“A Johnson & Johnson une coração, ciência e criatividade para mudar a trajetória da saúde para a humanidade. Toda nossa inovação é para trazer às pessoas produtos que as ajudem a ter uma vida com saúde, em seu dia a dia. Nós estamos na vida das pessoas desde o nascimento delas, com o melhor da ciência para esses momentos de cuidado, e essa campanha reforça o movimento digital da companhia e foi 100% desenvolvida para este meio”, declara Ricardo Wolff, vice-presidente de Estratégia e Marketing da Johnson & Johnson.

O time de criação aliou a essência da empresa à nova realidade da humanidade, em que a proteção à saúde ganhou nova dimensão. “A Johnson & Johnson é conhecida por manter a saúde e o cuidado como pilares fundamentais da empresa. O momento desafiador que enfrentamos fez com que as pessoas passassem a dedicar mais tempo à saúde e ao cuidado com toda a família. Nosso papel foi criar uma campanha capaz de traduzir os pilares que são inerentes à marca, ainda mais pertinentes nesse momento, para reforçar a mensagem de que se existe um novo normal, que ele seja cuidar”, diz Keka Morelli, Chief Creative Officer da Wunderman Thompson Brasil.

As cenas foram gravadas com famílias reais, seguindo protocolos de proteção contra o coronavírus e coordenadas de maneira remota.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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