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Johnnin Walker apresenta campanha para celebrar o Dia dos Pais

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Johnnin Walker apresenta campanha para celebrar o Dia dos Pais

Com ações voltadas aos rótulos Black Label, Gold Label e Blue Label, a marca celebra as múltiplas relações paternais e convida para uma reflexão sobre a jornada da paternidade, em um processo de desconstrução e evolução em prol do diálogo e troca.

“Pai é quem te ensina a caminhar” é o tema da campanha de Johnnie Walker para o Dia dos Pais com estreia no dia 27 de julho. A proposta é celebrar as diversas relações de pai e filho construídas ao longo da vida.

“Queremos aproveitar a importância da data para estimular essa conversa sobre a paternidade, que pode nascer de várias formas e não somente pautada pelos laços sanguíneos”, explica João Victor Guedes dos Santos, Head de Marketing de Johnnie Walker na Diageo para Paraguai, Uruguai e Brasil.

É com esse espírito que a marca traz as histórias inspiradoras e reais, de Mariana e Pedro, que convidam seus pais afetivos para se tornarem oficialmente seus pais. A iniciativa se desdobra em dois filmes, onde os filhos surpreendem os pais com um presente especial: uma caixa de Johnnie Walker composta por duas garrafas de whisky e uma carta escrita à mão fazendo o pedido para a inclusão do nome do pai no RG.

No Twitter, influenciadores vão incentivar o público a falar sobre histórias de aprendizado e troca entre pais e filhos – biológicos ou de coração – usando a hashtag #PaiEnsinaEAprende, além de contar como apreciam Johnnie Walker: neat, com gelo ou em drinks.

Johnnie Walker traz ainda uma edição comemorativa do rótulo Black Label, que poderá ser personalizada com o nome do pai, a preço sugerido de R$ 146,90. Para garantir a customização, o consumidor deve realizar a compra do produto pelo The Bar, e-commerce da Diageo, e enviar o nome do pai ou da pessoa a ser presenteada.

A campanha, assinada pela AlmapBBDO, foi criada para os meios digitais e estará nas redes sociais da marca.

Para contribuir com uma paternidade mais presente, a Diageo instituiu globalmente a  licença  paternidade  de  seis  meses  para  todos  os  seus  funcionários  em qualquer um dos 180 países onde está instalada.

 

Pelo olhar deles

Dando continuidade à campanha, a categoria Reserve, portfólio de luxo da Diageo, propõe uma reflexão sobre o poder de transformação que a paternidade traz na vida do homem. Com direção criativa da INDEX, Johnnie Walker Blue Label convida os Walker Fathers, Lázaro Ramos e Oskar Metsavaht, para compartilhar suas experiências e jornadas da paternidade. Colocada por anos sob um olhar de insensibilidade e racionalidade, a paternidade vem quebrando esses paradigmas e mostrando a importância de se permitir sentir e mergulhar em suas emoções.

De acordo com Guilherme Martins, Diretor de Reserve, os nomes foram escolhidos por traduzirem o espírito “Keep Walking”, pautado em autenticidade, pioneirismo e evolução. “Johnnie Walker vem ressignificando esse progresso a partir do momento em que a sociedade vem evoluindo. Entendemos o nosso papel como marca em contribuir para essa evolução. Ser pai é sobre aprendizado. É uma busca de sempre querer melhorar para nós e para os nossos filhos”, pontua o executivo que vivenciou a experiência da licença paternidade de seis meses instituída pela Diageo e trouxe insights importantes para a campanha sobre o papel real do pai e a divisão de responsabilidades.

No TheBar, o consumidor também encontrará edições especiais comemorativas dos rótulos de luxo da marca, que estarão disponíveis até acabarem os estoques. Johnnie Walker Gold Label apresenta a opção de personalização de uma foto no rótulo da garrafa com preço sugerido de R$ 279. Para garantir a customização, o consumidor deve realizar a compra do produto e enviar a foto do pai ou da pessoa a ser presenteada.

Já o emblemático rótulo Johnnie Walker Blue Label apresenta um gift pack especial com preço sugerido de R$ 1150, que vem acompanhado de um copo de cristal e uma pedra de mármore personalizável, que além de um visual surpreendente, é uma opção elegante para substituir o gelo e contribuir para manter a bebida na temperatura ideal. O produto traz todos esses itens reunidos em uma embalagem que traduz toda a sofisticação do rótulo.

 

Fichas Técnicas:


Agência: 
AlmapBBDO

Anunciante: Diageo

Produto: Johnnie Walker

Campanha: Dia dos Pais

CCO: Luiz Sanches

Diretor de criação executivo: Marcelo Nogueira

Diretor de criação: Fernando Duarte, Henrique Del Lama

Criação: Francis AlanGustavo Tasselli

Produção audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas e Aline Silva

Atendimento: Maysa Oliveira, Camilla Massari, Isabela Crestana, Patricia Nunes, Mariana Santos

Planejamento: Joao Gabriel Fernandes, Mariana Corradi, Janaina Agostini

Mídia: Brian Crotty, Kristin Hendrickson, Ingrid Oliveira, Steffanie Nuvens, Isadora dos Santos, Amanda Oliveira.

Conteúdo: Chris Mello, Eduardo Nasi, Gisele Giardelli

Aprovação cliente: Paula Costa, Juliana Ballarin, Ana Helena Esteves, Joao Victor dos Santos, Christopher Tressan de Oliveira

Foto e vídeo: Mariana Valverde

Edição / cor / motion: Lucas Brasileiro

Trilha: Ricardo Pires

Art buyer: Tereza Setti e Stephanie Biekarck

Produtora de imagem:  Compañia

Diretor: Cinza

Diretor de Fotografia: Caio Mazili

Assistentes de Direção: Vitor Moreno

Direção de Arte:  Gabriela Nassar

Casting: Lourenço Almeida

Diretor de Produção: Ale Pierro

Produtora Executiva: Maria João Calheiros

Atendimento: Marquinhos Monteiro

Coordenação de Produção: Eduardo Coelho

Pós-produção/ VFX: Equipe Compañia

Montador: Daniel Barosa

Color grading: Eduardo Coelho

Finalizadora: Equipe Compañia

Motion Graphics: Akira Kikira

Produtora de som: Jamute

Produção Executiva de Som: James Pinto

Produtor: James Pinto e Thiago Lester

Engenheiro de Som: Fernanda Galetti, Otavio Bertolo e Rafael Laurenti

Atendimento: Kiki Eisenbraun e Sabrina Geraissate

Coordenação:  Juliana Zuppo e Leo Vieira

PORTFÓLIO RESERVE

 

Agência: Index Conectada

Anunciante: Diageo

Produto: Johnnie Walker

Campanha: Dia dos Pais

CCO: Silvia Vidigal Ramos

Diretor de criação executiva: Priscila Grabert

Diretor de arte: Vanessa Felix da S. Rossi

Redatora: Karine Rossi

Atendimento: Debora Rottmann e Maiara Secco

Planejamento: João Otávio Stipp e Renata Farina

Mídia: Amanda Garcia

Conteúdo: Liz Yau

Aprovação cliente: Guilherme Martins, Adriana Nogueira, Luciana Nascimento, Amanda Maniero, Bruna Marcondes e Gabriela Lisboa

Fotos: Victor Collor

Produção Executiva: Cadu Alves e Mayara Ricci

RTV: Carolina Campos

Produtora de imagem: Sharks Film

Direção: Pedro Viana

Produção Executiva: Vanessa Guedes

Diretor de Fotografia: Pedro Viana

Direção de arte: Greta Cuneo

Imagens Packshot: Cabelo

Projeções/ vídeo mapping: Fabiana Prado/ Mox Produções

Color Grading: Leandro Lamezi

Edição/montagem e finalização: Victor Guedes

Produtora de som: Limbic Music

Diretor Criativo: Luiz Portela

Produção Musical: Demian Petrich

Sound Designer: Pedro Portela e Clara Portela

Finalização: Pedro Portela e Clara Portela

Coordenação de Som: Kika Forjas

Direção Executiva & Head of Sales: Andrea Nero

Gerente de Contas e Projetos: Cris Marquesi

Atendimento: Cris Marquesi

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85% dos compradores confiam mais em uma marca quando a IA a recomenda

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Imagine um cliente em potencial perguntando ao ChatGPT qual é a melhor empresa para resolver o problema dele — e a sua marca nem aparecer na resposta. Esse cenário já é realidade para milhares de negócios todos os dias. 

Durante duas décadas, estar bem posicionado no Google era sinônimo de ser encontrado. Hoje, esse jogo mudou de forma silenciosa, mas profunda: consumidores e compradores corporativos não abrem mais dez links para comparar opções — eles perguntam diretamente a uma IA e recebem uma resposta pronta, com marcas já pré-selecionadas. 

E os números a seguir comprovam que essa mudança não é hype passageiro, e sim um comportamento já consolidado, tanto no mercado de consumo quanto no universo B2B. 

O novo funil: a IA decide quem entra na lista

No universo corporativo, o impacto é ainda mais direto. Segundo a pesquisa The Answer Economy: How AI Search Is Rewiring B2B Software Buying, da G2, metade dos compradores de software (51%) já inicia sua pesquisa em um chatbot de IA com mais frequência do que no Google — um salto expressivo frente aos 29% registrados um ano antes. 

Mais importante: os chatbots de IA se tornaram a principal fonte de influência sobre quais fornecedores entram na lista final de avaliação, à frente de sites de review, sites institucionais e indicações pessoais. De acordo com essa mesma pesquisa, 85% dos compradores passam a ver uma empresa com mais credibilidade quando ela é mencionada por uma IA em uma resposta, e 69% já trocaram o fornecedor que tinham em mente inicialmente após a orientação de um chatbot.

Outros levantamentos do setor reforçam esse padrão: em boa parte dos casos, o fornecedor que vence a disputa já estava na lista inicial de considerados pelo comprador desde o primeiro dia da jornada — o que mostra que a etapa de descoberta, cada vez mais mediada por IA, é decisiva muito antes de qualquer conversa com um vendedor.

O consumidor final também mudou de hábito

O mesmo movimento aparece do lado do consumidor comum. Um estudo do IAB, divulgado no fim de 2025, constatou que visitas de compradores de alta intenção a sites de varejo quase triplicaram depois de uma interação com IA, e um em cada três desses consumidores clicou direto de uma plataforma de IA para o site do varejista.

Outros levantamentos recentes do setor de e-commerce apontam que mais da metade dos consumidores já escolheu uma marca que não conhecia a partir de uma sugestão de IA — e considerou a experiência positiva. 

Dados de mercado também mostram que o tráfego vindo de plataformas de IA já converte melhor do que o tráfego tradicional, invertendo uma tendência observada até pouco tempo atrás. Ou seja, quem chega a um site guiado por uma recomendação de IA está mais propenso a comprar.

No mercado brasileiro, segue a mesma tendência global. Uma pesquisa da Branddi, realizada em janeiro de 2026 com 500 consumidores de todo o país, revelou que 54% dos brasileiros já compraram algum produto ou serviço a partir de recomendação de uma IA, sendo que 34% repetiram esse comportamento mais de uma vez. 

Ainda assim, buscadores tradicionais como o Google continuam sendo a principal fonte de consulta antes da compra, citados por 72% dos entrevistados — um sinal de que a IA se soma à jornada, mais do que substitui os canais já existentes.

Apesar do crescimento acelerado da influência da IA, os estudos deixam claro que ela ainda não substitui o julgamento humano na etapa final da compra. Um levantamento recente sobre o comportamento do consumidor brasileiro mostra que a maior parte ainda afirma que a inteligência artificial não interfere diretamente na decisão final — ela é útil principalmente para comparar preços e localizar produtos, mas o “sim” final ainda costuma ser humano.  

Como as agências podem ajudar as marcas a virarem “recomendação” da IA

Boa parte das respostas que as IAs generativas entregam ainda depende, direta ou indiretamente, da forma como o Google e outros mecanismos de busca enxergam a autoridade de um site. Isso significa que o trabalho clássico de link building — construir backlinks relevantes vindos de portais de imprensa, sites especializados do setor e plataformas de avaliação — continua sendo uma das bases mais sólidas para uma marca ser reconhecida como referência. 

Quando um site recebe menções de fontes confiáveis e tematicamente conectadas ao seu negócio, ele envia um sinal de credibilidade que tanto o algoritmo de busca quanto os modelos de IA usam para decidir quem merece ser citado como recomendação.

Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência especializada em autoridade externa para SEO e buscas com IA, esse cenário muda o papel das estratégias de visibilidade digital. Se antes o objetivo principal era conquistar posições no Google, agora as marcas também precisam construir sinais externos suficientes para serem compreendidas, citadas e recomendadas por sistemas de inteligência artificial. 

Para as agências, isso abre uma frente de trabalho estratégica: em vez de buscar apenas volume de links, o foco passa a ser a relevância e a autoridade da fonte — parcerias com veículos de imprensa, presença ativa em sites de review do setor, conteúdos técnicos citados por terceiros e menções em páginas já bem posicionadas. 

Quanto mais o perfil de links de uma marca se parecer com o de fontes que os modelos de IA já consideram confiáveis, maior a chance de ela ser mencionada tanto nos resultados tradicionais do Google quanto nas respostas de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity — exatamente o momento em que o consumidor está formando sua lista de opções.

O que isso significa para as empresas

Na prática, isso configura um novo tipo de funil de vendas: a IA domina a fase de descoberta e formação da lista de marcas consideradas, mas a decisão final ainda passa por validação humana — muitas vezes reforçada por sites de avaliação, que segundo a pesquisa da G2 são citados por 45% dos compradores como o sinal que mais gera confiança dentro de uma resposta de IA.

Esse cenário deu origem a uma nova disciplina de marketing, batizada de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization): o trabalho de estruturar conteúdo, dados de produto e presença em sites de review para que uma empresa seja efetivamente citada — e recomendada — quando alguém pergunta a uma IA qual é a melhor opção do mercado.

Os dados são consistentes em diferentes países, setores e metodologias: a inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta de busca, mas um agente ativo de recomendação, capaz de decidir quais empresas chegam até o consumidor.

 Para as marcas, não basta mais aparecer bem no Google. É preciso aparecer bem na resposta que a IA está dando, porque é ali que a decisão de compra começa a ser formada.

 

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Sponsors Day 2026 debate amadurecimento do setor e a transição do patrocínio para ativo estratégico de negócios

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O mercado global de patrocínios atravessa uma profunda reestruturação estrutural. As marcas deixaram de priorizar a mera exposição de logotipos e a busca por visibilidade isolada para focar em projetos integrados, capazes de gerar relacionamento profundo, reputação corporativa, engajamento comunitário e resultados comerciais mensuráveis. O diagnóstico foi o principal destaque da nova edição do Sponsors Day, evento promovido pela Associação Patrocínio Brasil (APBR) em São Paulo, que reuniu diretores de agências, gestores de propriedades e especialistas em mídia.

Sob o tema “O Mundo do Patrocínio”, o encontro traçou um panorama sobre a evolução do setor no Brasil e no exterior. O cenário atual é impulsionado pela profissionalização das estratégias, pelo crescimento dos aportes financeiros e pelo fortalecimento das leis de incentivo fiscal. A análise histórica apresentada reforçou a mudança no papel dos anunciantes, que hoje utilizam o patrocínio como uma ferramenta central de posicionamento de longo prazo.

A apresentação de abertura foi liderada pelo presidente da APBR, Adauto Gudin, e pelo vice-presidente de Marketing da entidade, Roque A. Horta de F. Mendes. Os executivos apontaram que a curadoria dos projetos patrocinados está diretamente atrelada à cobrança interna por entregas de ROI (Retorno sobre o Investimento) mais consistentes.

Nesse contexto, o debate destacou a importância de as marcas mapearem de forma clara seus territórios estratégicos de atuação — divididos em pilares como esporte, cultura, impacto social (ESG) e negócios —, garantindo aderência à identidade corporativa.

Outro ponto focal do evento foi a eficiência das ativações. Os painelistas enfatizaram que o investimento em uma propriedade só gera valor real quando desdobrado em estratégias de live marketing, produção de conteúdo proprietário e experiências imersivas que capturem a atenção do público antes, durante e após a realização do evento.

A mensuração de resultados também ocupou espaço central nas discussões do Sponsors Day. O painel técnico detalhou a urgência de adotar indicadores que extrapolem os relatórios quantitativos tradicionais de equivalência de mídia. As marcas passam a auditar dados qualitativos baseados em pesquisas de saúde de marca (brand health), curvas de reputação, nível de influência digital, net promoter score (NPS) e geração de valor reputacional.

O encerramento do encontro abriu espaço para reflexões sobre temas regulatórios que devem pautar os orçamentos de marketing nos próximos anos, como governança, compliance, a aplicação de dados em conformidade com a LGPD e a integração real de metas de ESG às campanhas de marcas. Adauto Gudin resume o atual estágio de maturação do mercado nacional. “O patrocínio está passando por um processo de amadurecimento. As marcas estão cada vez mais atentas à capacidade de gerar conexão, reputação, resultado e valor de longo prazo, e isso exige uma atuação mais estratégica, profissional e integrada aos objetivos de negócio.”

Ao promover debates dessa magnitude, a APBR busca qualificar as relações comerciais entre marcas e propriedades esportivas ou culturais. A meta é garantir que o ecossistema brasileiro de publicidade continue evoluindo para se consolidar não apenas como um motor de comunicação e entretenimento, mas como um ativo gerador de desenvolvimento econômico sustentável para o país.

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