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JCDecaux anuncia mídia programática para o Rio de Janeiro

A JCDecaux, que atua no mercado de mídia Out-of-Home (OOH) e Hub de Possibilidades, anuncia seu mais recente passo rumo à inovação no mercado publicitário carioca. Com novas opções qualificadas com mídia programática, a empresa busca oferecer soluções de anúncios altamente direcionados, com resultados mensuráveis, para impactar o público de um dos principais centros urbanos do Brasil. Iniciado em ativos digitais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, equipados com a tecnologia, a operação segue em rota de expansão pela cidade.
A aceleração digital tem transformado o mercado de mídias OOH em todo o mundo, sendo que o uso da mídia programática aponta como um recurso inovador que oferece precisão e automação às campanhas digitais. “O Out-of-Home Programático nos proporciona uma maneira dinâmica e atualizada de comprar mídia, com a entrega dos melhores ativos sempre focados na audiência desejada. Isso garante rentabilidade de investimento e assertividade das impressões. Estamos sempre em busca de resultados efetivos de negócios para nossos clientes”, explica João Binda, diretor de vendas da JCDecaux Brasil.
O lançamento acontece após uma jornada de estratégias que celebram os 25 anos da JCDecaux no país, onde o avanço tecnológico é um dos pontos focais da companhia. Neste caminho, a empresa anunciou a integração de seu portfólio à plataforma Google DV360, através da solução VIOOH, assim como, através de uma parceria com o mercado, realizou o lançamento do Mapa OOH Live, metodologia disponibilizada gratuitamente para agências e anunciantes que utiliza dados consistentes para demonstrar a eficácia do OOH, seja para gerar alcance, frequência ou um expressivo número de impressões em diferentes campanhas.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







