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Isobar investe na cocriação para nova campanha da PUMA

Em novo projeto, a Isobar, agência responsável pela campanha criativa de PUMA Suede no Brasil, reforça o conceito da coletividade na criação e continuação de importantes movimentos sociais. Com o objetivo de celebrar o legado de PUMA Suede – um tênis que sempre esteve presente em momentos históricos das lutas pela liberdade, igualdade e expressão cultural – os embaixadores da marca Ricon Sapiência, Malía e Isa Pacheco se juntaram com coletivos que, por meio da música, esporte e estilo fazem o legado continuar nos dias de hoje. A campanha aborda também o impacto social do movimento hip-hop e da cultura urbana, por isso, os coletivos que fazem parte da história vêm de regiões periféricas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Visualmente falando, o destaque é para a narrativa que mostra por onde PUMA Suede passou na construção desse legado, com destaque das influências do hip-hop dos Estados Unidos até chegar ao boom do hip-hop brasileiro em São Paulo. Para isso foi desenhado uma estratégia com texturas, cores, graffiti e até a fuligem das ruas, elementos presentes em todo o universo visual do projeto refletindo a coletividade desse movimento. “A arte nos ajudou a colocar o Suede como parte da cena da cultura urbana atual. Seja na moda, na música ou no skate, a estética brasileira na nossa campanha representa um legado que é nosso e que está sempre em movimento através de uma expressão cultural diversa de cada um” explica Hannah Prado, Criadora de Visuais Conectados.
A história do Suede, que começou há mais de 50 anos, tem suas marcas pelo mundo. Para contar essa história, a ação começa com o lançamento do documentário “A Onda do Break”. A campanha será desdobrada em partes, revelando a história do movimento hip-hop ao lado da marca – tanto dentro dos perfis dos embaixadores quanto nas mídias externas. Assim, é possível mostrar a potência do PUMA Suede no Brasil. “Para a PUMA é um enorme prazer estar à frente de uma conversa tão importante para movimentos e manifestações culturais com essa campanha. Esperamos que esse legado tenha uma continuidade profunda e impactante para o mercado e para a sociedade” afirma Fabio Kadow, diretor de marketing da PUMA.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








