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Instituto Evoé lança Experimentos Artísticos, com o objetivo de despertar o interesse de crianças e adolescentes pela arte e cultura

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Aulas de teatro misturadas com games, com o objetivo de despertar e aguçar o interesse de crianças e adolescentes pela arte e cultura. Esta é a proposta do Instituto Evoé, responsável pela gestão dos Teatros Prudential e Riachuelo, com o projeto Experimentos Artísticos. Por conta da pandemia do covid-19, foram criadas quatro vídeo aulas, divididas por duas faixas etárias, que serão disponibilizadas para ONGs, escolas públicas e orfanatos. As primeiras aulas já estão disponíveis no canal do projeto no Youtube.

“Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental na educação das crianças. Como no momento não podemos levar aulas para dentro das instituições, pensamos em um formato remoto com conteúdo do teatro musical apresentado de uma maneira inovadora para que despertem o interessem pela arte além de transformar a vida delas de alguma forma”, explica Aniela Jordan, diretora do Instituto Evoé, que este ano também lançou o projeto Cia Teatro Transforma, primeira companhia de formação artística em teatro musical para jovens de baixa renda.

Nas vídeo aulas, os inscritos precisam cumprir um desafio para receber o vídeo da aula seguinte. Para o grupo de até 13 anos, foramproduzidas aulas inspiradas em programas infanto juvenis como “Vila Sésamo”, “Muppets” e o atual “Helpster” que contam com puppets (bonecos manipulados) como personagens fundamentais para engajar a atenção e participação das crianças. As crianças aprenderão a fazer um boneco utilizando materiais recicláveis encontrados na sua própria casa, além de aprender noções básicas de interpretação com exercícios de corpo e interpretação, construção de uma história, entre outros. O Instituto Evoé idealizou e desenvolveu os bonecos, além de criar músicas autorais para compor as aulas.

Já para o grupo a partir de 14 anos a aula terá uma linguagem informal e bem-humorada utilizando exercícios teatrais, jogos e trabalhos expressivos advindos das artes cênicas para desenvolver segurança ao falar em público, maior poder de improvisação e de persuasão, criatividade e maior rapidez de raciocínio. Além de levar arte e cultura, o objetivo é também abordar valores essenciais para estas crianças e adolescentes. “A gente acredita que a arte e a educação são as formas mais potentes de transformar uma pessoa e só as pessoas podem transformar o mundo”, diz Reiner, coordenador pedagógico.

Mais de 15 escolas, abrigos e instituições do Rio de Janeiro, e do Brasil, estão participando, como A Obra do Berço, Baianinhas da Pimpolho (Escola de Samba Grande Rio), Instituto Reação, Projeto Vinde a Mim e UPP Turano. Instituições que queiram participar do projeto podem entrar em contato com [email protected].

Instagram: @experimentosartísticos

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Skechers assume naming rights das pistas nos parques Villa-Lobos e Cândido Portinari

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A Skechers acaba de cravar um marco histórico em sua estratégia de branding no Brasil ao se tornar a primeira marca de calçados a deter os naming rights das pistas de corrida e caminhada dos parques estaduais Villa-Lobos e Cândido Portinari, em São Paulo. A iniciativa, que visa estreitar o laço com o público paulistano no auge de seus momentos de lazer e esporte, contempla a sinalização completa de quatro circuitos que, somados, ultrapassam os 4 km de extensão.

Inaugurada neste mês, a parceria traz uma modernização visual robusta para o complexo. O projeto inclui desde placas de sinalização e avisos de distância até totens de entrada e “tartarugas” balizadoras. A nomenclatura de cada trajeto foi cuidadosamente atrelada à linha de performance running da marca, a Skechers Aero, batizando as pistas como Aero Tempo, Aero Burst, Aero Spark e Aero Razor — modelos desenvolvidos com foco em aerodinamismo para corredores de todos os níveis.

A maior pista do complexo, com 2,15 km de extensão e localizada próxima à Marginal Pinheiros, passa a se chamar Skechers Aero Burst. Já a Skechers Aero Razor, com 1,4 km, atende quem acessa o parque pelas portarias 5 e 6. O circuito de 940 metros, vizinho à roda gigante, recebeu o nome de Skechers Aero Tempo, enquanto a pista de 700 metros que circunda as quadras de tênis agora é a Skechers Aero Spark.

Para Alexandre Cara, head de marketing da Skechers Brasil, a ocupação desses espaços é uma decisão tática fundamental. “Estar presente nos Parques Villa-Lobos e Cândido Portinari é uma forma muito direta de nos conectarmos com quem vive o esporte no dia a dia. É onde as pessoas correm, caminham, treinam, cuidam da saúde e fazem atividades ao ar livre em família e com amigos. Para a Skechers, faz todo sentido ocupar esse espaço com uma presença funcional, informativa e alinhada à categoria de performance e o DNA de conforto”, afirma o executivo.

Este movimento de outdoor marketing faz parte de uma expansão agressiva da companhia no país. Somente neste ano, a Skechers inaugurou suas duas primeiras lojas próprias em território nacional, situadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. A estratégia sinaliza um investimento robusto da matriz global no mercado brasileiro para 2026.

“O Brasil ocupa uma posição de grande relevância na estratégia global da Skechers, tanto pela dimensão do mercado quanto pelo seu potencial de crescimento no segmento de calçados e lifestyle. Seguimos avançando de forma estruturada, com foco na expansão da marca, no fortalecimento da nossa presença local e na consolidação de uma operação cada vez mais robusta no país. Ao longo deste ano, anunciaremos novos movimentos que refletem essa prioridade estratégica”, destaca Sabrina Mônaco, country manager da Skechers do Brasil.

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Wellhub celebra a individualidade em nova campanha que desafia a padronização do bem-estar

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O Wellhub, plataforma de bem-estar corporativo que conecta colaboradores a uma rede global de academias, estúdios e aplicativos, acaba de lançar sua mais nova campanha publicitária. Com o objetivo de colocar a individualidade no centro da conversa sobre saúde e qualidade de vida, a ação reforça a versatilidade da marca ao destacar sua estrutura de 12 planos distintos, desenhados para se adaptar aos mais diversos perfis de empresas e profissionais.

Criada pela agência cccaramelo, a campanha parte de uma observação antropológica do cotidiano: a tendência humana de replicar comportamentos, gostos e até estilos visuais quando inseridos em grupos sociais. A narrativa explora essa dinâmica para mostrar que, embora o ambiente corporativo ou social possa induzir a uma certa homogeneidade, as necessidades biológicas e emocionais de cada indivíduo permanecem únicas.

O filme principal da campanha apresenta grupos visualmente padronizados, como equipes de startups utilizando looks modernos e idênticos, reforçando a estética do coletivo. Contudo, a peça quebra essa uniformidade ao flagrar esses mesmos personagens em seus momentos particulares de atividade física, revelando ritmos, escolhas e necessidades completamente diferentes por trás da aparência uniforme do escritório.

Para Leandro Caldeira, CMO do Wellhub, a personalização é a chave para a eficácia do modelo de negócio da companhia. “Pertencer a grupos é algo cultural, cada momento de vida, cada lugar em que nos inserimos molda um pouco a nossa identidade social. Mesmo assim, temos necessidades que continuam sendo únicas. A campanha parte dessa dinâmica cultural e reforça um princípio central para o Wellhub: personalização não é um recurso pontual, é um pilar do nosso modelo. Ao oferecer diferentes planos, conseguimos atender realidades diversas e ampliar o acesso ao bem-estar de forma mais inclusiva e escalável”, afirma o executivo.

A execução criativa buscou transformar essa tensão entre o coletivo e o individual em um recurso visual potente. Segundo Pallu e Zampoli, diretores criativos da cccaramelo, a ideia foi levar o conceito ao limite estético. “Nosso ponto de partida foi uma observação simples da vida real. Quando estamos em grupo, a gente começa a se parecer. A campanha nasce exatamente dessa tensão entre o que é coletivo e o que é individual. Criativamente, decidimos levar essa ideia ao limite: mostrar grupos visualmente homogêneos, quase coreografados, para depois revelar as diferenças que inspiraram o Wellhub a criar 12 planos”, explicam.

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