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Inscrições para o Scale-Up Endeavor estão abertas até fim de junho

Programa de aceleração nacional da Endeavor tem inscrições abertas para empreendedores de todo o país. O Scale-Up Endeavor reúne os principais cases de scale-ups do país e, só em 2019, teve mais de 200 empresas aceleradas
Empresas de alto crescimento de todo o país interessadas em participar do Scale-Up Endeavor têm até o fim de junho para fazer a inscrição no programa. Realizado pela Endeavor, organização sem fins lucrativos líder no apoio a empreendedores de alto impacto, o programa busca as chamadas “scale-ups” – com modelo de negócios escalável, são empresas maduras que já superaram o momento de provar seus produtos ao mercado e, agora, escalam com velocidade.
A iniciativa oferece aos empreendedores participantes , mentorias e conexões com os maiores nomes de diferentes mercados e busca 60 empresas de todo o Brasil. As inscrições podem ser feitas no site do programa até o dia 22 de junho: https://endeavor.org.br/scaleup.
“Nesse momento de crise mundial, a capacidade do empreendedor adaptar seu modelo de negócio e estratégia de crescimento irá determinar o crescimento da empresa pós crise. Por isso, trocar experiências e aprender com mentores e empreendedores à frente de outras scale-ups é fundamental no momento que estamos passando”, diz Marco Antônio Mazzonetto, gerente do Scale-Up Endeavor. “90% dos empreendedores da turma mais recente do Scale-Up Endeavor afirmou que nosso apoio é muito relevante ou decisivo nos desafios de crescimento do negócio”, complementa.
Com mais de 600 empresas aceleradas no Brasil, a comunidade de negócios que fizeram parte do programa tem nomes como LivUp, Neon, In Loco, Omie, Nelogica, Pipefy, Solinftec e Olist. Essas empresas encontraram no programa Scale-Up Endeavor as bases para levar seus negócios para o próximo patamar – assuntos como captação para a próxima rodada, formação de novos líderes, fortalecimento de cultura, estratégia de expansão e expansão para novos mercados são alguns dos pilares da aceleração da Endeavor.
No atual cenário de crise, conexões entre empreendedores da turma e a rede de mentores da Endeavor podem salvar meses de esforço na direção errada. Durante os cinco meses de aceleração, as empresas selecionadas contarão com a experiência de grandes líderes, que já enfrentaram situações semelhantes, tanto para acelerar a curva de crescimento, quanto para endereçar também os impactos da pandemia em seus negócios.
O diferencial do programa na Nelogica
Marcos Boschetti e Fabiano Kerber, empreendedores fundadores da Nelogica – uma das principais fintechs brasileiras – mostram o diferencial do Scale-Up Endeavor na trajetória do negócio: neste ano, eles darão um salto de 200 para mais de 400 pessoas fazendo parte da organização. A construção da máquina de pessoas veio das mentorias com Deli Matsuo, ex-diretor de RH do Google América Latina, e mentor da rede Endeavor.
E os impactos positivos de crescimento não foram apenas na frente de pessoas. A empresa cresceu, também, 40% a base de clientes durante o período entre 2 de março e 4 de maio neste ano. O número de usuários utilizando a plataforma diariamente dobrou no último mês e quase 50% dos clientes utilizam tanto o software em desktop, quanto na versão do celular – mais um indicador de que, além do negócio seguir crescendo na contramão da crise atual, não houve mudança de comportamento do consumidor nas últimas semanas, mesmo com o isolamento social permitindo maior acesso ao desktop.
Uma das principais características de uma scale-up, como a Nelogica, é a capacidade de adaptação e sua velocidade na geração de inovação. Com o aumento de clientes, a empresa desenvolveu conteúdos para iniciantes e incentivou a exploração completa da ferramenta para usuários regulares, resultando em um crescimento de 15% nos seguidores do conteúdo educacional.
“O que vemos desde o Scale-up é que empresas de hiper crescimento precisam de playbooks que traduzam estratégia em ações rápidas. Neste momento, temos aumentado o time e focado em trazer uma experiência cada vez melhor aos participantes do mercado financeiro”, diz Marcos Boschetti, CEO e empreendedor da Nelogica.
Participantes do Scale-Up Endeavor em 2017, já em 2018 os empreendedores se tornaram Empreendedores Endeavor – depois de aprovados no painel de seleção internacional da Endeavor, eles passam a ter acesso vitalício as mentorias e rede global da Endeavor, além de todo o apoio oferecido pela organização, eventos e cursos, como Harvard e Stanford. Os empreendedores Endeavor fazem parte de uma rede global com mais de 1.900 empreendedores, de mais de 1.100 companhias em 35 mercados, que geram 3 milhão de postos de trabalho e 20 bilhões de dólares em receita. No Brasil, mais de 200 empreendedores, de mais de 120 empresas, recebem o apoio da organização. Para saber mais sobre o Scale-Up Endeavor com inscrições abertas, acesse: https://endeavor.org.br/scaleup.
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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.








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