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Impact Bank: conheça a nova conta digital com propósito social e ambiental

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O Impact Bank – fintech criada por ativistas que tem como objetivo engajar pessoas, empresas e ONGs em um movimento para adicionar valor social e ambiental na circulação do dinheiro e financiar transformações para um futuro mais justo e regenerativo – chega ao mercado e já conta com grandes parceiros como Instituto A Gente Transforma, liderado pelo designer Marcelo Rosenbaum .

Para isso, a plataforma disponibiliza serviços de conta de pagamento digital Pessoa Física e Pessoa Jurídica, que incluem cartão pré-pago Mastercard, maquininha de cartão e gateway de pagamento online, além dos serviços básicos de transferências, pagamento de contas e boletos. Em breve, serão incorporados o PIX e outros produtos com viés de impacto social e ambiental, como aplicações de investimentos com critérios ASG (Ambiental, Social e Governança), empréstimo e financiamento, microsseguros e câmbio.

Diferente de outras contas digitais que não cobram tarifas, o Impact Bank oferece três pacotes mensais para Pessoa Física (mensalidade grátis, Básico de R$15 e Premium de R$26) e para Pessoa Jurídica (mensalidade grátis, Básico de R$29 e Premium de R$40), além de pequenas taxas para algumas transações, que viabilizam o propósito da fintech de ser um movimento protagonista na mudança de comportamento e no impacto positivo na sociedade e meio ambiente.

Gabriel Ribenboim, CEO e cofundador do Impact Bank, explica o motivo da cobrança de tarifas: “Somos éticos e transparentes. Não enxergamos as pessoas como produtos e não investimos o dinheiro movimentado nas contas até que possamos oferecer oportunidades de investimento que respeitem os mais altos critérios ambientais, sociais e de governança.“

Sem que o usuário gaste nada a mais, o Impact Bank retorna R$0,10 de cada transação com tarifa e até 0,1% de todo valor transacionado nas maquininhas para o Fundo de Transformação, um fundo filantrópico com governança própria. Na conta digital é possível acompanhar os valores doados pela movimentação do usuário, bem como de toda a comunidade, e conhecer as iniciativas de impacto alavancadas.

O foco inicial do fundo é alavancar projetos de ONGs, cooperativas e associações selecionadas, que contribuam efetivamente para a erradicação da pobreza, aumento do emprego digno, crescimento econômico e redução das desigualdades, tópicos que fazem parte dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas).

“Os sistemas econômicos tradicionais não têm como princípio e objetivo o engajamento social e ambiental e falham em responder à necessidade de regeneração do nosso planeta. Com isso, cresce o interesse pelas inovações e a adesão aos modelos de negócios regenerativos que buscam o equilíbrio na relação entre planeta, pessoas e lucro. E é por esse público consciente, que cresce cada vez mais, que queremos começar” destaca Ribenboim.

Quanto mais contas ativas e mais maquininhas em estabelecimentos, maior a capacidade da fintech de oferecer oportunidades de inclusão financeira, já que as tarifas cobradas também patrocinam contas sociais, livres de custo e burocracias, e que são ofertadas para pessoas que não têm acesso ao sistema bancário, através de arranjos inclusivos em comunidades tradicionais e originárias do Brasil.

As estratégias de impacto são articuladas com ONGs parceiras, como: Instituto A Gente Transforma – liderado pelo designer Marcelo Rosenbaum – Sistema B, Instituto Semear, Idesam, Fundação Iochpe, Cidades Sem Fome, entre outras.

Ian Lazoski, cofundador do Impact Bank e da Welight, explica que uma das metas é tornar o arranjo uma instituição de pagamentos e, posteriormente, uma sociedade de crédito direto. “Para nós, o impacto e a comunidade vêm em primeiro lugar e pelo tempo que for necessário, toda a receita, descontadas as doações, será aplicada para aprimorar e ampliar os serviços, melhorar a experiência e maximizar a estratégia de impacto”, completa.

Para conhecer o Impact Bank e abrir sua conta, acesse: www.impactbank.com.br

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Kallas Mídia OOH assume exclusividade dos espaços publicitários no Aeroporto Internacional de Macapá

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A Kallas Mídia OOH formalizou um contrato de exclusividade para a comercialização dos espaços publicitários no Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre, administrado pela concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). O terminal, que movimenta cerca de 600 mil passageiros por ano, representa o principal polo de conexão aérea e econômica do estado do Amapá com o restante do país.

Com a entrada na capital amapaense, a exibidora passa a cobrir 100% das capitais da Região Norte. A infraestrutura da empresa na área soma mais de 1,5 mil ativos entre painéis estáticos, digitais e formatos interativos distribuídos em oito cidades. Além de Macapá, a Kallas detém a concessão de mídia nos aeroportos de Manaus, Belém, Boa Vista, Porto Velho, Rio Branco e Santarém, além da operação no Porto de Manaus e no mobiliário urbano da capital do Amazonas.

“Essa conquista amplia nossa presença em um ponto estratégico de conexão na região Norte criando oportunidades relevantes para que marcas nacionais e, principalmente, empresas e negócios regionais possam se comunicar com um público amplo e qualificado, em um ambiente de grande circulação. É mais um passo para levar o OOH a diferentes territórios do país e conectar marcas às pessoas nos momentos em que elas estão em movimento”, afirma Rodrigo Moreira Kallas, chief executive officer (CEO) da Kallas Mídia OOH.

A expansão da empresa ocorre em paralelo ao crescimento do setor de out-of-home no Brasil. Conforme dados do Cenp-Meios, o segmento movimentou R$ 3,5 bilhões em compra de mídia em 2025, representando 12,1% do bolo publicitário nacional. No primeiro trimestre de 2026, os aportes na mídia exterior atingiram R$ 827,1 milhões — avanço de 48,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, colocando o meio na terceira posição entre os canais de comunicação mais procurados pelos anunciantes. Na Região Norte, o investimento na modalidade cresceu 28,3% entre 2022 e 2025.

A relevância do meio na região foi impulsionada também por eventos de alcance internacional sediados no Norte do país, a exemplo da COP30 em Belém, que ampliou a demanda de marcas nacionais e globais por visibilidade em pontos estratégicos de grande fluxo de passageiros.

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McDonald’s reforça programa Portas Abertas e convida público para visitar cozinhas na Semana da Transparência

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Em alusão à Semana da Transparência, que se estende até o dia 28 de setembro, o McDonald’s reforça o convite para que os consumidores participem do programa Portas Abertas em todo o país. A iniciativa consiste em uma visita guiada com duração aproximada de 20 minutos pelas dependências internas e cozinhas dos restaurantes da rede, onde o público pode acompanhar os procedimentos de armazenamento de insumos, higienização, manuseio de ingredientes e o processo produtivo dos sanduíches.

Criado em 2014 pela Arcos Dorados, franqueadora da marca na América Latina e no Caribe, o programa ultrapassou a marca de 15 milhões de participantes na região, sendo 10 milhões desse total registrados em operações no Brasil. O percurso é oferecido de forma gratuita durante o ano todo, podendo ser solicitado diretamente aos funcionários no balcão de atendimento dos estabelecimentos, condicionado ao fluxo de operação da loja e à disponibilidade das equipes no momento.

Levantamentos internos realizados pela companhia com mais de 874 mil participantes nos últimos três anos indicam a receptividade do formato: mais de 98% dos entrevistados declararam melhora na percepção institucional sobre a rede após o percurso, e 99% classificaram a experiência como excelente ou muito boa.

“A transparência é um compromisso diário que assumimos ao abrir nossas cozinhas para todos. Queremos ouvir, responder perguntas e permitir que cada visitante conheça em primeira mão o cuidado e os padrões por trás do seu sanduíche preferido”, destaca David Grinberg, vice-presidente de comunicação corporativa da Arcos Dorados.

A estratégia busca reforçar a confiança do consumidor na cadeia de suprimentos e nos padrões operacionais da rede de fast-food, utilizando a abertura de seus bastidores como ferramenta de aproximação e reputação de marca.

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