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Henrique Fogaça é o novo parceiro de Casillero del Diablo

Casillero Del Diablo, marca do grupo chileno Concha y Toro, anuncia parceria com o renomado chef Henrique Fogaça para a temporada de inverno, a mais importante da marca.
A campanha, disponível com exclusividade nas mídias digitais, apresenta o encontro de duas lendas: da gastronomia e do vinho. O filme assinado pela Mulenlowe e produzido pela Real Filmes, exalta a conexão das personalidades marcantes e explora suas histórias e experiências na busca pela excelência. Fogaça traz à tona a lenda do fundador de Casillero del Diablo, Don Melchor, que há mais de cem anos criou um boato para proteger sua adega e tornou o rótulo um dos mais famosos da categoria de vinhos mundialmente.
O encontro lendário resultou ainda em uma série de conteúdos e ações inéditas que se estendem durante todo calendário da campanha. As ativações começam pelo Dia dos Namorados – que terá um box elaborado especialmente para a data, com menu assinado por um dos restaurantes do Chef, o Sal Gastronomia, acompanhado de brindes exclusivos para os apaixonados; para o Dia dos Pais, um presente personalizado; harmonizações com receitas exclusivas, música e, claro, muito vinho.
“ A escolha pelo Fogaça foi unânime, aproveitamos a oportunidade de juntar duas personalidades icônicas. Ele carrega naturalmente o lifestyle, a personalidade marcante, forte e autêntica da marca.” diz Pietro Capuzzi, head de marketing da Concha y Toro no Brasil.
Casillero del Diablo ganhou recentemente, pelo quarto ano consecutivo, o reconhecimento da segunda marca de vinhos mais poderosa do mundo e a primeira da América Latina pela Wine Intelligence, líder mundial em pesquisas e insights sobre o mercado de vinhos.
Ficha técnica:
Agência: MullenLowe Brasil
Cliente: Concha y Toro
Produto: Casillero del Diablo
Diretor Executivo de Criação: Eduardo Salles
Diretor de Criação: Eduardo Salles e Andre Havt
Criação: Andre Havt, Daniel Scheiner, Henrique Louzada e Caio Borges
Atendimento: Karen Varela e Gabriela Vizioli
Planejamento: Ana Luiza Santos, Bruna Del Bosque e Alex Roque
Conteúdo: Josane Beckman, André Rodrigues e Luisa Serpelloni
RTV: Rodolpho Donato
Mídia: Erika Cabral, Dácio Silveira, Elza Brito e Camila Carreira
Direção: Rodrigo Giannetto
Produtora de Imagem: Real Filmes/SP
Coordenação de Produção – Pablo Marques
Produção Musical – Ângela Figueiredo
Direção de Fotografia – Felipe Corvello
Coordenação Técnica – Edison Ieiri
Assistente de câmera A – Ebner Thiago Dos Santos
Assistente de câmera B – Lincoln Augusto de Souza
Gaffer – Valdir Alves Magalhães
Produção Sal Gastronomia – Enos Pontes Feitosa
Assistente Cozinha – Antônio Lucas Ferreira JG
Assistente Arte – Arthur Marcos da Silva e Lucas Roberto Borges “Drako”
Departamento Jurídico – Dra. Bárbara Freitas
Edição: Rodrigo Giannetto, Marcelo Watasatiro, Gabriel Matheus
Sonorização – Rodrigo Paciencia e Sergio Fouad
Color Grading – Daniel Lopes
Transporte – Bolha Filmes
EPIs – JClin
Aprovação do cliente: Pietro Capuzzi e Larissa Buscatti
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








