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Havaianas faz releitura de loja de Londres, inspirada em Cruella, para lançamento da Collab exclusiva do filme

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A ambientação é a capital inglesa, Londres, década de 70, a revolução do punk rock e uma jovem estilista, ansiosa por crescer na carreira e mostrar todo seu potencial. Essa pode ser tanto a sinopse do novo filme live-action da Disney, Cruella, quanto o conceito criativo da Vitrine Manifesto criada pela Célula Preta, na Concept Store de Havaianas, em São Paulo, exclusivamente para o lançamento da collab de Havaianas e Disney em inspirada no filme.
Os jovens estilistas da Célula Preta, que faz parte do line-up da Casa dos Criadores, reaproveitaram muitos materiais que iriam para o lixo para trabalhar em toda a cenografia da vitrine. “Esse projeto nasceu a partir da cena onde Estella faz uma grande intervenção na vitrine da Liberty London. Percebemos que tínhamos ali uma oportunidade para unir o fashionismo do filme com a nossa coleção especial que ficou incrível e assim explorar o melhor dos dois universos”, explica Fernanda Romano, CMO da Alpargatas.
A partir do conceito “metade livre, a outra também”, criado pela Circus/MediaMonks, Havaianas deu liberdade criativa para o coletivo expressar sua visão e sentimentos na criação da vitrine que já foi inaugurada oficialmente.
“Nós enxergamos um potencial muito grande com a Célula Preta e por isso eles estão com a gente nessa ação. Eles representam a juventude criativa da moda brasileira. E Cruella é muito isso, Cruella é jovem, ousada. Precisávamos de mentes como eles para unir nossa coleção ao filme de uma maneira criativa e inusitada. Ficamos muito felizes com o resultado dessa ação, tanto a vitrine quanto os conteúdos criados a partir dela, ficaram incríveis”, reforça Fefa Romano.

A ação, criada pela Circus/MediaMonks, também serviu de cenário para um shooting com os produtos da collab que será utilizado por Havaianas globalmente. A coleção conta com três modelos de sandálias, uma mini bag, uma t-shirt e um kit DIY (do it yourself – faça você mesmo). Todos os itens, exceto o Kit, estão à venda em todas as lojas Havaianas do Brasil e na Digital Flagship da marca. O Kit só pode ser encontrado nas Concept Stores de Havaianas (São Paulo e Rio de Janeiro).

“Imergimos no universo de Cruella e exploramos um caos criativo que busca criar conexões entre a cultura retratada no filme com o street brasileiro. A protagonista mostra sua criatividade por meio de sua personalidade e nós captamos isso transbordando as nossas referências, processos e vivências sobre o espaço que desenvolvemos para a campanha”, explica a Célula Preta.

“Essa dualidade que Cruella representa através da moda é algo muito presente na cultura atual. Quando a gente cruzou isso com a marca Havaianas, ficou claro que essa campanha tinha que ser sobre liberdade. Liberdade para criar, para se expressar e para sonhar em mudar o mundo. A escolha de trazer novos talentos da moda diz muito sobre isso. “, destaca Paulo Yanaguizawa, Head of Social & Content da Circus/MediaMonks.

O lançamento da collab acontece de forma simultânea globalmente essa semana, e já está disponível em todas lojas Havaianas, físicas e e-commerce.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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