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Haribo e Mattel fecham parceria inédita no Brasil

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Haribo e Mattel fecham parceria inédita no Brasil

Com foco em acelerar o crescimento em vendas, Haribo e Mattel se unem para expandir seus mercados, diversificar sua base de clientes e alavancar a força das propriedades globais no Brasil. A parceria visa aumentar seus canais de distribuição e estreitar relacionamento entre marca e consumidor. Essa expansão é fundamental para o crescimento da Haribo, visto que o mercado brasileiro movimentou aproximadamente 7 mil toneladas de balas de gelatina em 2020 e cresceu 16% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados Nielsen.

A Haribo, que é líder no mundo em balas de gelatina, marshmallow e regaliz, investiu recentemente na expansão da sua fábrica em Bauru e cresceu dois dígitos em vendas, acima da categoria, como resultado de sua estratégia de inovação e canais de vendas. O objetivo é aumentar a conexão com os consumidores das marcas Mattel, oferecendo produtos relevantes e inovadores nas mais diversas categorias.

A parceria prevê o lançamento de uma linha exclusiva de doces para agradar todos os paladares e idades. “Nossa expectativa é ambiciosa, vamos unir o universo colorido e saboroso de Haribo a ícones mundiais, como Barbie e Hot Wheels. As novidades chegam ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2021”, enfatiza o Diretor Comercial da Haribo Brasil, Alexandre Nedel. “Estimamos um aumento de 30% em relação ao crescimento que já estamos realizando na linha regular,” acrescenta.

O Brasil está entre os seis países com maior faturamento em licenciamento de marcas do mundo, segundo a ABRAL – Associação Brasileira de Licenciamentos, atrás apenas de países como Estados Unidos, Japão e Inglaterra. No Brasil, o faturamento no setor de varejo é expressivo, com a marca de R$ 21 bilhões em 2020 – crescimento de 5% em relação ao ano de 2019.

A Haribo, estabelecida em 1920, na Alemanha, registrou um crescimento superior a 40% no Brasil apenas neste ano, em comparação a 2020 e é mundialmente famosa por criar os “Ursinhos de Ouro”, balas de gelatina em formato de ursos com sabores frutais extremamente saborosos, um clássico da marca até os dias atuais.

Liderando o ranking mundial em vendas na categoria de balas de gelatina, marshmallow e regaliz, a Haribo é a 9ª maior companhia global em confeitos e celebrou recentemente seus 100 anos de história. “A entrada da Haribo e de novos concorrentes locais aqueceu o mercado de varejo no país, mas ainda há um grande potencial de crescimento. Os produtos da Haribo têm conectado gerações há muitas décadas e um dos segredos deste sucesso é que estamos constantemente nos reinventando”, salienta Nedel.

A Mattel, por sua vez, é líder na fabricação de brinquedos e detentora de um dos catálogos mais fortes de franquias de entretenimento infantil e familiar do mundo, unindo públicos de diferentes gerações. A Barbie, no mercado há 62 anos, foi reconhecida como a marca com melhor desempenho em 2020, de acordo com o Grupo NPD, provando que sua influência continua a ser atemporal, seguindo tendências, liderando e reinventando a categoria de bonecas da moda. Por outro lado, Hot Wheels, é o brinquedo mais vendido na América Latina durante 2020, se destaca por sua relevância multi-target, seja para quem quer brincar, para colecionadores, entusiastas por carros, gamers ou para quem ama esportes radicais.

No meio digital, conteúdos de Barbie e Hot Wheels aliam diversão e entretenimento infantil em vídeos de animações, faça você mesmo (DIY), desafios, e até vlogs com os personagens, somando mais de 13,2 milhões de inscritos em seus canais proprietários do YouTube.

A parceria com a Mattel é um dos maiores investimentos já realizados pela Haribo no Brasil, visando fortalecer o reconhecimento da marca em território brasileiro e acelerar a entrada nos canais de distribuição. “Desconsiderando os contínuos investimentos que fazemos em equipamentos e estruturas, que abrangem linhas de produtos e eficiência, os recursos direcionados a este portfólio, como desenvolvimentos de formatos, sabores e adaptações industriais foram um dos maiores realizados até hoje pela Haribo Brasil”, complementa Nedel, ressaltando o preparo de um robusto kit de materiais para pontos de venda, que promete trazer grande visibilidade para o Dia das Crianças.

Para os produtos, a Haribo garante que o consumidor pode esperar por novidades e sabores inéditos. “Quando falamos de Haribo, falamos de criar e inspirar momentos de felicidade. Para estes lançamentos, trouxemos o universo da licença em cada detalhe do produto. Para nós, a qualidade está acima de tudo”, finaliza Nedel.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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