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Glitter passa a ser Gliart, após reposicionamento criado pela apis3

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Ao completar 37 anos de mercado, a Glitter, marca de produtos para confecções e artesanato, adota novo posicionamento e passa a se chamar Gliart.

O rebrading, criado pela agência apis3, tem o objetivo de modernizar a marca, que otimizou os processos de fabricação de seus produtos para se aproximar cada vez mais do consumidor.

“O nosso objetivo principal era buscar um diferencial, fugir dos padrões e inovar. Ficamos muito empolgados com o resultado criado pela apis3”, diz Marcio Franchi, presidente da Gliart.

Com a assinatura “De artiste para artiste”, a marca passou por um processo completo de transformação, que inclui nome, logo, site, embalagens e ações de comunicação, após estudos realizados pela agência.

“Foi um trabalho muito prazeroso porque é uma empresa que lida essencialmente com a criatividade. Procuramos considerar o legado da marca, que tinha um histórico muito forte no mercado. Quisemos manter isso no nome, em respeito ao fundador. Somamos o elemento da arte, fazendo a mistura dos nomes Glitter + Arte e chegamos ao Gliart”, comenta William Herz, CEO da apis3.

Como personagem, a Gliart elegeu um cachorro, o Bulldog francês, que traz o lado carismático, e passou a permear a identidade da marca.

A comunicação é voltada para o público feminino e para os artesãos. Atualmente, as campanhas estão pautadas em inserções na TV em programas especializados, ações com influenciadores, além de lives e conteúdo para explicar as funcionalidades dos produtos e fomentar a criatividade. “É uma marca democrática, que inclui desde o artesão, com trabalhos aprimorados, como novos entrantes ao mundo do artesanato”, conclui William.

A Gliart, que está presente em todo o território nacional, possui mais 2.500 produtos em seu portfólio, como tintas com cores inovadoras para diversos tipos de superfícies, glitter, lantejoula, diferentes tipos de colas, entre outros. Dois recentes lançamentos são a linha PRO e o kit para fazer tie dye, processo de tingimento de tecidos que produz desenhos e estampas únicas, com seis cores de tintas para customizar as camisetas.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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