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Gil da Vigor: marca anuncia o ex-BBB como garoto-propaganda

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O carismático economista Gilberto Nogueira, que ficou famoso como Gil do Vigor no programa BBB21, é agora o Gil da Vigor. Após inúmeros pedidos de internautas, ele foi convidado pela marca de alimentos para atuar como co-criador de conteúdo da linha de produtos Vigor.

O Gil da Vigor vai contribuir com suas ideias e insights de forma remota e colaborativa. A empresa já enviou para ele um kit especial, com direito a iogurtes Vigor Grego personalizados com a sua imagem nas embalagens – uma brincadeira que faz referência a um meme que viralizou nas redes sociais, e que, agora, é uma forma simbólica de celebrar a sua contratação como embaixador. Durante o trabalho, Gil participará da criação de posts e outras peças de comunicação para redes sociais e atuará em parceria com a SunsetDDB, a agência de publicidade da Vigor.

Torcida nas redes pela parceria

Foram muitos os pedidos por essa parceria. Uma análise de social listening sobre a participação de Gil do Vigor no BBB21, feita desde o início do programa, revelou inúmeras citações do público nas redes sociais a respeito do assunto. Para ter uma ideia, um estudo realizado durante o mês de abril, por exemplo, apontou mais de 15,3 mil menções à marca Vigor associadas a Gil. Os pedidos não ficaram só por conta dos consumidores, e até celebridades, influenciadores e páginas famosas de memes entraram na torcida por esse feat.

Apelido de Gil surgiu na faculdade

Atualmente, o ex-BBB conta com cerca de 13,1 milhões de seguidores no Instagram. Ele ficou conhecido como Gil do Vigor a partir do apelido dado por uma colega de faculdade para ressaltar a forma como ele se dedicava aos estudos e aos amigos. A Vigor se identificou com a história e, diante de tantas menções, optou por fazer uma proposta ao agora Gil da Vigor.

“Acompanhamos muito de perto a trajetória de Gil no programa e também a torcida vigorosa que ele recebeu aqui fora. Quando conhecemos mais um pouco da sua história de perseverança e soubemos que a origem do seu apelido veio da sua dedicação e força de vontade, nós nos identificamos na hora porque aqui, na Vigor, a nossa determinação de oferecer produtos de qualidade e de superar as expectativas dos consumidores é gigante. Para completar, quando vimos os inúmeros pedidos dos nossos seguidores para essa parceria acontecer, não tivemos dúvida. Agora, Gil é Gil da Vigor”, comenta o Diretor de Marketing da Vigor Alimentos, Eduardo Jakus.

O sentimento de identificação foi o mesmo por parte do embaixador. “Estou muito feliz com essa parceria. É um momento de muito vigor para mim e para a marca. Nossas ideias se comunicam e acreditamos na força do ser humano em ser vigoroso, em acreditar e perseverar em seus sonhos”, comenta Gil.

Agora é Gil da Vigor!

Para oficializar a parceria, Gil vai ajustar seu nome em sua “bio” do Instagram para “Gil da Vigor”. Inicialmente, ele vai desenvolver mensagens de conteúdo para a linha Vigor Grego, a partir do conceito #EsseMomentoÉMeu, lançado em julho do ano passado. As peças vão mostrar o ex-BBB em momentos de consumo da linha Vigor Grego, com o tema “Esse momento é meu, Brasil”, que está diretamente associado à frase “Ai, Brasiiiil”, um dos principais bordões criados pelo participante do BBB21.

“Estamos sempre com um monitoramento muito estratégico nos processos de social listening feitos para a Vigor e, nos últimos meses, Gil se transformou em um autêntico fenômeno da Internet. Ele terá um impacto muito positivo para a imagem da marca. Será uma grande honra poder contar com o talento e o carisma dele para os trabalhos de cocriação de conteúdo para Vigor Grego”, diz Pipo Calazans, CEO (Chief Executive Officer) da SunsetDDB.

A ação conta ainda com mais um parceiro, a Mynd. Especializada em cultura digital, entretenimento e música, a agência cuida com exclusividade da relação entre Gil e marcas. No projeto, foi a responsável por unir o artista com a Vigor, além de participar do desenho da ação e definição de estratégia.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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