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Game Show Extra Life chega à 2ª edição em formato de websérie

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Game Show Extra Life chega à 2ª edição em formato de websérie

Com o constante crescimento do mercado de games no Brasil, a Cross Networking — agência da Holding Clube, e especializada em parcerias de negócios entre marcas e empresas —, criou, em co-branding exclusivo com o Portal Terra, o Extra Life, uma experiência interativa que une jogos online, desafios e doações, e que chega a sua segunda edição apresentando um novo formato, sendo uma websérie com a presença de grandes nomes do entretenimento brasileiro.

Para Matheus Flandoli, diretor de planejamento e criação da Cross, o intuito é promover interação, diversão e evidenciar as competições amistosas entre os convidados, que duelarão em prol de diferentes instituições sociais. “Provocar interações e conversas é uma das premissas mais importantes de todo o universo gamer. As trocas que podem surgir daí impactam positivamente tanto na experiência de jogo quanto na vida, então ver que esse espaço está ficando mais diverso é muito empolgante e animador”, destaca.

O projeto, que teve sua 1ª edição em formato de livestream, contou com a participação de influenciadores do universo dos games, em uma transmissão de mais de sete horas ininterruptas, onde foi arrecadado, por meio de doações do público, cerca de R$13 mil em prol de instituições sociais, dentre elas a AbleGamers e a Fraternidade sem Fronteiras.

Para 2021, o Game Show intenciona, também, dar foco aos diversos públicos no universo dos games no Brasil. De acordo com a Pesquisa Games Brasil (PGB), em 2019, a presença feminina nos jogos ganhou uma força constante, representando 53% do total de jogadores. “A paixão pelos games tem conquistado cada vez mais espaço na vida das pessoas e, queremos reforçar a evolução do cenário gamer no Brasil, que hoje abraça desde os mais experientes, até a dona de casa e crianças que se distraem tanto com um console, quanto em seus próprios smartphones”, conclui Matheus.

Na nova dinâmica, o Game Show contará com dois técnicos especialistas no universo de Games e eSports, e 12 participantes não habituados a jogar, que duelarão entre si. O prêmio final é uma doação de R$10 mil para uma instituição beneficente de escolha do ganhador, o perdedor leva R$1.000,00 em doação também. Os 6 episódios, de 30 minutos cada, serão lançados durante o mês de setembro e a primeira quinzena de outubro, com exclusividade no site do Terra, um dos maiores portais de notícias do país.

“Acreditamos muito na força que o universo gamer conquistou, e esse foi um dos motivos de estarmos presentes no projeto como co-criadores, e distribuidores do conteúdo em nosso portal. Utilizaremos da nossa experiência com transmissão, junto a todos os nossos produtos para fazer do Extra Life uma grande referência dentro do segmento”, afirma Henrique Bosco, head de marketing, inovação, produtos e projetos especiais do Terra. As gravações do programa acontecerão em julho, no Teatro Vivo em São Paulo, seguindo todos os protocolos de segurança contra a COVID-19.

O Game Show conta ainda com patrocínio de grandes marcas como Motorola, SuperCoffee, BMW, Vivo, Fiever, Colgate Plax e Outback. Para Tati Oliva, sócia e diretora geral da Cross, o potencial de impacto e os resultados que projetos o universo dos games traz para as organizações, é imensurável. “Há muitas formas de uma marca participar do universo de games. Para descobrir qual é a melhor forma de impactar, nos relacionamos com diversos stakeholders desse mercado e criamos as melhores soluções para marcas, gamers, público e também para a indústria”, analisa.

Já para Julio Tortello, head de monetização do Terra, o projeto irá reforçar ainda mais o retorno e impacto positivo que o universo dos games traz para as marcas. “Nos preocupamos em trazer um projeto ímpar para as marcas parceiras do Extra Life, de forma que faça a diferença para quem está investindo e que seja igualmente relevante para o público”, conclui.

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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

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A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.

A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.

A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.

A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.

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Keeper adota ações em bares universitários para aproximar soluções de governança financeira de estudantes

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De olho no comportamento de universitários preocupados com a transparência, a segurança e o controle do caixa de suas comissões de formatura, a fintech Keeper adota uma abordagem de campo para se conectar com esse público. A empresa tem estruturado ativações promocionais diretamente em bares próximos a faculdades, pontos de encontro tradicionais dos estudantes em momentos de lazer. O objetivo da estratégia de live marketing é estreitar o relacionamento e apresentar suas soluções em um ambiente descontraído.

A proposta de atuação se insere em um mercado de eventos estudantis caracterizado por movimentar quantias elevadas, mas que ainda convive com processos de arrecadação informais. Fundada em 2014, a Keeper atua no segmento de comissões de formatura em todo o país por meio de um modelo próprio de custódia e governança, estruturado para gerenciar e proteger os valores recolhidos pelas turmas ao longo dos anos de graduação.

A empresa contabiliza em sua base de atendimento mais de 200 mil estudantes, distribuídos em cerca de mil turmas de 350 instituições de ensino superior no território nacional. Esse volume de operações acompanha uma demanda crescente das comissões por ferramentas que mitiguem riscos de perdas e ofereçam maior clareza sobre o fluxo de caixa.

A plataforma funciona como um ecossistema financeiro para as comissões de formatura, permitindo a centralização de cobranças, o agendamento de pagamentos e o acompanhamento dos saldos em um ambiente integrado. Para garantir a segurança das transações, as movimentações financeiras exigem documentações comprobatórias de despesas e passam por processos de validação digital, com notificações em tempo real enviadas aos membros responsáveis.

Além do suporte tecnológico, a empresa oferece consultoria financeira contínua para as turmas. Esse acompanhamento técnico engloba desde o auxílio na interpretação jurídica de contratos com fornecedores e agências de eventos até estudos de viabilidade econômica das festas de colação e recepção. O suporte busca mitigar a falta de experiência dos jovens estudantes, que frequentemente assumem a responsabilidade de administrar orçamentos expressivos por ciclos que chegam a durar cinco anos.

“A formatura é um momento simbólico, mas o processo até ela envolve decisões financeiras complexas. Nosso trabalho é garantir que esse dinheiro esteja protegido, bem administrado e que todos saibam exatamente como ele está sendo usado”, explica Alexandre Kanaan, porta-voz da Keeper e especialista em governança financeira aplicada a formaturas.

A Keeper busca se posicionar como uma alternativa de prevenção de riscos em um setor que por vezes enfrenta problemas de gestão interna. Ao introduzir práticas de compliance e rotinas de educação financeira no ambiente acadêmico, a empresa visa oferecer previsibilidade para os estudantes, seus familiares e as comissões organizadoras durante toda a jornada universitária.

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