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Fundo de Quintal OFC estrela nova campanha da Nissin

Atenção, se você não quer ficar com aquela música chiclete na cabeça, não assista aos novos comerciais da NISSIN FOODS DO BRASIL com a banda Fundo de Quintal OFC. Caso contrário, veja aqui, por sua conta. Interpretado pelos rapazes Riquelme, Vitor, Denilson, Eulisses, Jhayme, Matusalém, João Vitor, Simão e Rhuan, os videoclipes/jingles “Miado” e “Busão” fazem parte das ações da linha Nissin Nosso Sabor. Esta é a primeira campanha publicitária protagonizada pela banda que é sucesso na internet.
Voltados exclusivamente para as Regiões Norte e Nordeste, os produtos da linha Nissin Nosso Sabor trazem temperos caseiros com toque de coentro e há opções de sabores picantes também. “Queremos cada vez mais desenvolver produtos que acompanhem as diferentes culturas no Brasil, assim também procuramos escolher personalidades para a campanha que fazem parte do entretenimento local, para nos comunicar com bom humor e relevância com o público da região”, comenta Ana Fossati, gerente de Marketing da NISSIN FOODS DO BRASIL.
Os videoclipes foram gravados no município de Santo Antonio dos Lopes, no Maranhão e tiveram co-direção dos próprios artistas, que ajudaram na construção do cenário e coreografia. Nos filmes, de 2’, o Fundo de Quintal OFC conta histórias de como um dia complicado, em que tudo dá errado, melhora com Nosso Sabor: “Para segurar a onda, só com muito amor, e com um bocado de Nosso Sabor”. As letras das músicas foram compostas pelo redator Mário Lins e pelo diretor de criação Christian Faria, ambos da dentsumcgarrybowen. A melodia é da Lua Nova e a direção de cena é de Marlon Klug, da Fantástica Filmes, que acompanhou de perto as filmagens.
“A parceria com os artistas do Fundo de Quintal OFC mostra toda a força da nossa cultura local, seja por meio da música, entretenimento ou geração de conteúdo até na culinária. Pior do que a música não sair da cabeça é querer experimentar os sabores e não encontrar no mercado das demais Regiões”, brinca Filipe Cuvero, VP de Criação da dentsumcgarrybowen.
A campanha será veiculada nos canais digitais da @NissinBrasil e do @FundoDeQuintal_OFC, em plataforma de música “Sua Música” e no rádio.
O Fundo de Quintal OFC surgiu no Centro dos Rodrigues, na Cidade de Santo Antônio dos Lopes, no Maranhão, em 2019, a partir de uma simples brincadeira entre os jovens. Hoje o grupo acumula mais de 126 milhões de visualizações no YouTube e é febre na internet.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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