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Fluxxo produz kit promocional para a nova campanha contra assédio de L’Oréal Paris

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A L’Oréal Paris lançou um novo programa global para conscientizar a sociedade em relação ao assédio que as mulheres sofrem nas ruas, o Stand Up. Com Taís Araújo como garota propaganda no Brasil, a campanha conta com um plano de mídia robusto, 500 presskits produzidos pela Fluxxo Comunicação, que serão distribuídos para influenciadores de todo Brasil. A Stand Up é uma plataforma de treinamento que ensina as mulheres a combaterem o assédio e foi desenvolvida pela gigante de cosméticos em parceria com a ONG americana Hollaback, que trabalha com projetos com esse objetivo.

Patrícia Barreto, Diretora da Fluxxo, comenta que o material tem como ponto focal um dos símbolos que mais representam a força da mulher, o batom vermelho. “O item de beleza foi pensado não apenas por ser uma referência, um ícone feminino, mas também, e principalmente, por ser um objeto que mostra a nossa força, que nos faz sentir seguras, bonitas, com a autoestima elevada. Sim, podemos usar um batom vermelho e expressar o máximo da nossa feminilidade, e isso jamais dará a alguém o direito de nos desrespeitar”, diz. Patrícia lembra, ainda, que embora muito se fale sobre como mulheres e meninas de todas as idades sofrem assédio, os números de casos só sobem, e não apenas no Brasil, como em todo o mundo. “Ações como essa, da parceria entre a L’Oréal Paris e a Hollaback, são fundamentais, especialmente para inspirar meninas mais jovens a lutarem por seus direitos, já que elas também entram nas estatísticas sobre o tema”, complementa.

O conceito e criação do kit foram desenvolvidos pela agência de publicidade da marca, a WMcCann, e tem Taís Araújo em destaque, incentivando mulheres a fazerem o movimento de protesto, com a letra D escrita com batom vermelho na palma da mão e em posição de “pare!”. A caixa traz, ainda, um QR Code que direciona para mais informações sobre o programa. Além disso, as hahstags #StandUpLorealParis #LorealParisBR #WeStandUp foram pensadas para incentivar os posts nas redes sociais.

“Stand Up é uma campanha que vem para conscientizar a sociedade, através do treinamento baseado na metodologia dos 5D´s – distrair, delegar, documentar, direcionar e dialogar. É um pacto social de L’Oréal Paris e deve ser compromisso e pauta de todos. Só assim a gente vai conseguir mudar essa triste realidade de uma vez por todas”, afirma Monique Maltaroli, Relações Públicas da marca. “Com o intuito de aumentar o awereness da campanha, além de um plano de mídia robusto, on e offline, selecionamos 500 influenciadores do Brasil que vão nos ajudar a ampliar nossa mensagem. A gente espera, inclusive, que todos sejam impactados e que façam o treinamento”, complementa.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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