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Em sua primeira campanha, Luva de Pedreiro destaca jogos da Copa do Brasil no Prime Video

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A estratégia de divulgação da Copa do Brasil no Prime Video, criada pela agência Voa, marca a estreia de Iran Ferreira, o fenômeno da internet conhecido como Luva de Pedreiro, em sua primeira campanha publicitária, atuando como novo garoto-propaganda do serviço de streaming da Amazon.

No comercial, Luva remonta a um de seus vídeos mais populares, em que chuta uma bola para cima da entrada de uma casa e consegue dominá-la do outro lado, passando por diversos obstáculos. Dessa vez, ele aproveita o percurso para reforçar de forma bem humorada que a Copa do Brasil está no Prime Video, destacando elementos como os jogos exclusivos e ao vivo, os 30 dias grátis e os valores de assinatura do Prime Video – tudo com a espontaneidade que transformou o personagem em um dos mais queridos e populares quando se fala em futebol.

“Trouxemos toda a essência e naturalidade do Luva para essa que é a primeira campanha publicitária dele, e para uma grande marca, estreando em grande estilo no Prime Video. Tudo na linguagem própria dele para conversar com o público apaixonado pelo esporte, passando a mensagem de um novo momento e forma de consumo desse que é um dos mais importantes torneios do esporte no Brasil”, pontua Otto Frossard, sócio e cofundador da Voa.

Nesta semana, também foram anunciados nomes de peso como Tiago Leifert e Casimiro entre o time do Prime Video para os jogos da Copa do Brasil. Também sob responsabilidade da Voa, a negociação coloca Tiago como narrador de 15 jogos do campeonato no serviço de streaming da Amazon, e Casimiro como comentarista em oito deles. Além disso, eles também atuam nas redes sociais reforçando a comunicação.

“Luva, Tiago e Casimiro estão revolucionando a forma como consumimos e nos relacionamos com o futebol, assim como o Prime Video. Reunimos esse dream team para marcar a estreia da Copa do Brasil no streaming”, complementa Lucas Mello, sócio e cofundador da Voa.

Além de estarem presentes nos jogos, Tiago e Casimiro integrarão a campanha 360º para divulgar a novidade, especialmente em ativações e conteúdo para redes sociais. Já Luva de Pedreiro se mantém como garoto-propaganda do Prime Video para futuras campanhas e ações.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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