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Eisenbahn lança livro exclusivo sobre estilo de vida artesanal com histórias de artistas e personalidades das mais diversas áreas

Receitas, rituais e histórias que constroem experiências além da mesa é o que propõe o novo livro “Eisenbahn, Além da Mesa”, com depoimentos intimistas e reveladores de vinte personalidades como Paola Carosella, Rodrigo Hilbert, Hermeto Pascoal, Zeca Baleiro, Luedji Luna, Mauricio Arruda e Rita Von Hunty (veja a lista completa dos convidados abaixo). O livro, de edição limitada, conta com a parceria da Editora Olhares, prefácio de Zeca Camargo, foi idealizado e executado pela Agência Lema.
“Eisenbahn, Além da Mesa” poderia ser um livro de receitas. E também é, mas apresenta uma outra proposta. Para a Eisenbahn, passear de casa em casa ouvindo histórias de talentos e personalidades que tanto admiramos já é motivo de celebração. Assim como no nosso dia a dia, é sobre saber aproveitar cada detalhe mágico da vida. A marca entende que cuidar de cada detalhe é importante para produzir uma cerveja artesanal de qualidade. “Com o livro queremos enfatizar que o prazer do preparo é tão importante quanto o resultado final. Aproveitar todo o processo, como prestar atenção no cheiro de um prato sendo preparado, nas lembranças que isso nos traz, faz com que a gente ressignifique a rotina e veja beleza nas pequenas coisas. Faz com que a gente saia daquele modo automático e divirta-se fazendo o novo, como uma receita nova. Isso é um exemplo perfeito do que significa viver artesanalmente. Que as histórias divertidas e emocionantes do nosso livro possam inspirar os nossos consumidores a transformar as tarefas rotineiras em momentos inesquecíveis”, propõe Karina Pugliesi, gerente de marketing da Eisenbahn.
O livro não apresenta as receitas tradicionais, com medidas, passo a passo e “sirva imediatamente”, mas sim uma celebração à experiência artesanal. “Eisenbahn, Além da Mesa”, é sobre sensações e lembranças que se criam através da comida, da escolha dos ingredientes até a forma de levar os preparos à mesa. Mostra os personagens à vontade em casa, suas rotinas e rituais que vão além do ato de cozinhar. Ir à feira, comprar flores, gelar a cerveja, escolher as louças. Separar os vinis que vão rodar na vitrola ou na playlist no celular. Comer, beber, conversar. Onde os temperos especiais estão nas experiências que nós dividimos, nos pequenos prazeres que podem alimentar sensações únicas.
Cada capítulo traz um personagem e suas histórias. Todos são referências em diferentes áreas e ligadas ao fazer artesanal – da fotografia à cozinha, do design à música, da escrita à arte. O tempero especial contou com dois escritores, Inês Garçoni e Pedro Asbeg, que ouviram e descobriram, em horas de bate-papo com os convidados deste projeto exclusivo, as histórias únicas, traduzidas com muito cuidado em cada página do livro.
Os convidados de “Eisenbahn, Além da Mesa” abriram as portas de suas casas e também cozinharam para o registro das lentes da incrível Gabriela Mo. Já o projeto gráfico contou com o talento do designer Daniel Brito, que fez uma montagem repleta de camadas e recheios, salpicada pelos desenhos da Helena Obersteiner. Para climatizar ainda mais a leitura ou preparo das receitas, cada capítulo conta com uma playlist no Spotify criada pelo personagem.
A idealização e execução do livro conta com a assinatura da Agência Lema, à frente do desenvolvimento da estratégia e execução de projetos em brand PR da marca.
Serviço
Livro: “Eisenbahn, Além da Mesa” – edição exclusiva e limitada
Realização: Eisenbahn
Idealização: Agência Lema
Editora: Olhares
Autores: Inês Garçoni e Pedro Asberg
Prefácio: Zeca Camargo
Personalidades convidadas: Paola Carosella, Rodrigo Hilbert, Hermeto Pascoal, Zeca Baleiro, Rita Von Hunty, Amanda Noventa, César Ovalle (Cesinha). Elisa Fernandes, Lela Brandão, Ryane Leão, Jimmy Ogro, Roger Cipó, Paulo Biacchi, Marina Santa Helena, Dayana Molina, Luedji Luna, Mauricio Arruda, Pedro Alterio, Luiz Simas, Stephanie Ribeiro.
À venda nas livrarias:
– Livraria Megafauna (São Paulo – SP). Av. Ipiranga, 200 – loja 53 (edifício Copan).
– Livraria Folha Seca (Rio de Janeiro – RJ). R. do Ouvidor, 37 – Centro.
– Livraria Quixote (Belo Horizonte – MG). R. Fernandes Tourinho, 274 – Savassi.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








