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Depois de salvar mais de 1 milhão de vidas, Volvo Cars estreia nova campanha com foco em segurança

Uma simples invenção que foi capaz de salvar vidas. A Volvo é mundialmente reconhecida pela criação do cinto de segurança de três pontos em 1959. Mais do que uma inovação de seu tempo, o cinto hoje está presente em carros do mundo todo e já salvou milhões de vidas.
A nova campanha global da marca sueca, “Mais Um Milhão de Vidas” (A Million More), resgata como o público e a crítica reagiram na década de 50 com a implantação do cinto de segurança e mostra histórias reais de sobreviventes de acidentes.
“Enfrentamos inúmeras críticas depois de introduzir o cinto de segurança de três pontos. Desde então, esta invenção salvou mais de um milhão de vidas. Agora é hora de dar o próximo passo para a segurança de todos”, afirma Rafael Ugo, diretor de marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil.
A meta global da Volvo é continuar salvando vidas. E, para isso, limitou a velocidade máxima de todos os seus veículos em 180 km/h. Como próximo passo, colocará câmeras dentro dos veículos para evitar que as pessoas conduzam intoxicadas ou distraídas.
A campanha foi desenvolvida para manter o posicionamento da Volvo como líder global em segurança e usar todo o histórico em inovações para apresentar os novos recursos e como isso poderá revolucionar, mais uma vez, a indústria automotiva.
“Assim como o cinto de segurança salvou mais de um milhão de vidas, esperamos que essas inovações salvem o mesmo número”, destaca João Oliveira, diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil. “Esta campanha é uma história inspiradora sobre como, às vezes, são necessárias decisões corajosas, desconfortáveis e controversas para fazer a coisa certa.”
Um em um milhão
A campanha também colheu relatos impressionantes e reais de sobreviventes de acidentes. Confira:
Amy Ma sobreviveu a uma colisão com vários veículos graças ao cinto de segurança. – https://youtu.be/o4YIONW-oWM
Summer fala sobre a colisão que destruiu seu carro, mas sobreviveu graças ao cinto de segurança. – https://youtu.be/0iBcUxv7vQs
Linda e Molly. Se não fosse pelo cinto de segurança, a viagem delas para uma estação de esqui poderia ter sido a última. – https://youtu.be/0htqO2csOdI
Alex conta sobre a cicatriz que o relembra da colisão que quase tirou sua vida, não fosse o cinto de segurança. – https://youtu.be/5_WqtKAC0Q8
Histórico de inovações em prol da segurança
Clique aqui e confira como a Volvo Cars inovou a indústria automotiva ao longo dos anos.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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