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Danton Mello protagoniza campanha em formato de websérie sobre diabetes

Com desafio de levar informação de qualidade sobre diabetes para a população, a Triunfo Sudler, agência Health & Wellness que coleciona importantes prêmios com campanhas de awareness, convidou o ator Danton Mello para protagonizar a websérie “Apaixonados pela Vida”, que faz parte da campanha “Quem vê diabetes vê coração”, da Novo Nordisk Brasil. A produção, que aborda de forma descontraída as experiências de quem deseja cuidar da saúde e viver com mais qualidade, estreou no dia 12 de novembro .
Portador de Diabetes Tipo 2 e conhecedor da rotina daqueles que vivem com a doença, Danton Mello mostra na série situações corriqueiras e de fácil identificação para os espectadores. Os episódios também contam com a participação de uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais conceituados da área de saúde. Dentre os nomes estão a nutricionista Juliana Saldanha; o endocrinologista Dr. Carlos Eduardo Barra Couri; e o preparador físico Chico Salgado. A produção terá cinco episódios com duração de cinco a seis minutos, e será veiculada através do canal no YouTube da campanha “Quem vê diabetes vê coração”, todas terças e quintas-feiras.
Durante o processo de elaboração do projeto, o time Triunfo buscou entender as necessidades do cliente, compondo mensagens indispensáveis que atingissem o consumidor final – através de estímulos sensoriais e emocionais. De acordo com Vinícius Guieleu, Diretor de Novos Negócios da agência, a equipe tem como hábito sempre olhar cada trabalho como um projeto único, sem ideias pré-concebidas. “Nos colocamos no lugar do cliente para entender as suas reais necessidades, as estratégias e, assim, podermos criar conceitos que entreguem, de forma relevante, as mensagens necessárias”, pontua.
Segundo Michel Mota, Diretor Executivo de Criação, o segredo do time é a busca incessante de fazer uma mensagem que sejam relevantes ao target – sempre de forma criativa aliada a um planejamento e excelência na execução. “Combinamos a criatividade com processos inovadores e que vão de encontro com as estratégias de negócios de nossos clientes. Conhecemos muito bem o caminho quando se trata de desafios de marca”, relata.
Lançada em junho de 2019 em todo o Brasil, a campanha “Quem Vê Diabetes Vê Coração” é uma iniciativa da Novo Nordisk que teve o apoio de sociedades médicas e associações de pacientes de todo o país. Seu objetivo é conscientizar as pessoas sobre os riscos associados entre diabetes Tipo 2 e doenças cardíacas.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








