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Corona leva ações sobre sustentabilidade para etapa brasileira da WSL

O último fim de semana marcou a etapa brasileira da World Surf League (WSL), em Saquarema, no Rio de Janeiro. E, a cerveja Corona, patrocinadora oficial do campeonato, levou para Layback Pro House experiências de bem-estar e conexão com a natureza. Entre os dias 23 e 25, o espaço recebeu atletas de várias gerações, formadores de opinião e instituições que trocaram ideias com o público sobre cultura surfe e sustentabilidade.
A abertura do evento reuniu representantes das ONGs Ecosurf e Esmeralda para debaterem a economia circular como estratégia de prevenção e combate do lixo no oceano. Após o bate-papo, o público acompanhou o plantio de mudas de espécies nativas na Restinga de Itaúna e fechou o dia com boa música, ao pôr-do-sol, no Corona Sunset.
No sábado, a casa recebeu a visita do campeão de ondas gigantes, Carlos Burle, e foi dia de colaborar com a limpeza da Praia de Itaúna – palco da etapa brasileira do campeonato – coletando microlixo e apoiando na conscientização do público presente. Participaram da iniciativa os embaixadores da marca, os surfistas Chloé Calmon e Pedro Scooby, além de nomes do esporte, como Érica Prado, Wiggolly Dantas e Paola Santerini; as atrizes Danni Suzuki e Isabella Santoni; a apresentadora Claudinha Gonçalves; a cantora Mar. iana e os influenciadores Mari Lobo, Rachel Apollonio e Raul Aragão.
Já o domingo foi marcado pelas presenças dos surfistas Boquinha Daniel, Gabriel Pastori, Ian Consenza, Michelle Des Bouillons, Pedro Calado e Yanca Costa, que participaram de uma competição descontraída sobre sustentabilidade. O dia contou ainda com uma sessão do Cine Corona, com a projeção do Corona Lay Days da surfista Tatiana Weston-Webb, que esteve presente acompanhando a transmissão, e foi encerrado em clima de celebração do pôr do sol, com mais uma edição especial do Corona Sunset.
“Corona é uma cerveja que nasceu na praia e tem uma conexão profunda com a natureza. E a cultura surfe combina muito com a relação de respeito e harmonia com o meio ambiente que defendemos e apoiamos. Nossa proposta aqui é conectar nosso consumidor a momentos de relaxamento e a questões de sustentabilidade”, comenta o head de marketing de Corona, Rodolfo Carvalho.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








