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Continental Pneus fecha com a Brasil Ride e patrocinará circuito de provas de mountain bike premium

A Continental, fabricante de pneus de tecnologia alemã, é a nova patrocinadora da Brasil Ride, a maior prova de mountain bike premium do mundo. A marca, que em 2021 completa 150 anos de fundação, estará presente em quatro provas programadas para este segundo semestre: Festival Brasil Ride + Road Brasil Ride (5 a 7 de setembro – 12 de setembro), Brasil Ride + Maratona dos Descobrimentos (7 a 13 de novembro), Diverge Gravel Race (4 de dezembro) e Brasil Ride Espinhaço + Maratona do Cipó (14 a 18 de dezembro).
No Brasil, onde tem usado o futebol como sua principal plataforma de comunicação, em particular a Copa do Brasil, esta é a primeira experiência de patrocínio da Continental no ciclismo. Mas, no exterior, ela está há anos entre as principais parceiras do Tour de France, equipando com seus pneus os veículos oficiais da prova além de diversas equipes de ponta que disputam a maior corrida de ciclismo do mundo.
“O ciclismo é um dos esportes que mais cresce no país. No ano passado, segundo dados da Aliança Bike, a comercialização de bicicletas cresceu 50%. Os ciclistas valorizam qualidade e desempenho, atributos que estão no nosso DNA. Também são fãs de nossos pneus de ciclismo. Nosso objetivo é ganhar visibilidade junto a esse público que realmente valoriza tecnologia e performance e transferir esse reconhecimento também para os nossos pneus de passeio, SUVs e light trucks”, explica Caio De Marchi, gerente de marketing da Continental Pneus.
Para Mario Roma, organizador da Brasil Ride, “é muito importante termos o patrocínio da Continental Pneus, uma empresa com 150 anos de história, e que é simplesmente a patrocinadora do maior evento de ciclismo do mundo, o Tour de France. Já me sinto muito mais seguro em acompanhar os melhores ciclistas do pelotão mundial em nossas provas, a bordo do carro madrinha, que está equipado com os pneus da marca”.
A Continental Pneus fará sua estreia na nona edição do Festival Brasil Ride, em Botucatu, nos dias 5, 6 e 7 de setembro, que este ano traz como novidade a categoria Tour, criada para incentivar a prática de novos ciclistas, com percurso de 15 km e 437 m de altimetria acumulada.
E estará de volta, no dia 12 de setembro, na Road Brasil Ride, prova de ciclismo de estrada (70 km e 100 km) disputada entre os municípios de Pardinho e Botucatu e eleita entre as 10 melhores da América do Sul de acordo com a revista espanhola TOP BICI.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







