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Como não errar ao planejar a decoração do próximo evento

Os eventos corporativos voltaram com novas necessidades de ambientação depois da pandemia. Se, antes, a preocupação das marcas era trazer um design atrativo que aproximasse os convidados do ideal buscado pela empresa, agora, as tendências levam para outro caminho. A observação é da CEO da Bem Bacana, Andrea Prochaska, que atua há mais de 10 anos com locação de móveis para eventos.
“Até antes da pandemia, existiam diferenças bem claras entre as ambientações e decorações de um evento corporativo e de um evento social. A ambientação e decoração em um evento corporativo preocupavam-se em passar valores da marca, já a característica dos eventos sociais sempre foi por ambientações mais acolhedoras, confortáveis e próximas dos ambientes de uma casa. O que vemos agora é esta tendência do ambiente aconchegante também para o corporativo. As empresas aprenderam a ser mais humanas e os participantes voltaram a socializar, mas, ao mesmo tempo, querem se sentir mais acolhidos”, observa Andrea.
A adaptação à nova realidade passou a ser observada desde a repaginação dos escritórios, que se tornaram mais enxutos, preparados para o modelo híbrido de trabalho. ”Neste novo modelo, as empresas deixaram de ter lugares fixos e passaram a ter grandes mesas com lugares compartilhados, criaram novos ambientes com sofás ou poltronas com mesinhas de apoio – muito próximo ao que foi adaptado em casa, criaram áreas menores e mais tranquilas para uma reunião ou call, apostaram em áreas comuns para cafés etc. Tudo acrescido de muitas plantas, demonstrando preocupação em trazer a natureza mais próxima de todos (ESG)”, ressalta a CEO da Bem Bacana.
Vale lembrar que esta revisão não aconteceu somente em função da redução de espaços físicos, mas também das necessidades apontadas das empresas e seus colaboradores se reconectarem e estarem em contato mais próximos. Da mesma forma, nos eventos corporativos, também foi necessário trazer a sensação de aconchego e bem-estar.
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Reforma tributária e demanda por personalização levam empresas a reformular programas de premiação corporativa

A fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em 2026, etapa preparatória para a substituição do PIS e da Cofins prevista para 2027, tem levado corporações brasileiras a reestruturarem seus programas de incentivo e ações de fim de ano. O movimento busca alinhar conformidade fiscal e trabalhista às novas diretrizes da Receita Federal e ao artigo 457 da CLT — que rege a concessão voluntária de prêmios por desempenho —, ao mesmo tempo em que substitui kits tradicionais, como cestas de Natal, por recompensas flexíveis e customizadas.
Atenta a essa transição, a ecossistema de soluções de incentivo Mark Up reportou o crescimento do Prêmio Ideall, plataforma de shopping de prêmios B2B que movimentou R$ 121 milhões em créditos e somou 148 mil produtos resgatados em 2025. O ecossistema reúne mais de 1 milhão de opções de resgate — incluindo mercadorias, serviços, gift cards, pagamentos de contas, recarga de celular e transferências bancárias —, além do lançamento do Ideall Card em novembro de 2026, cartão virtual focado em ampliar as alternativas de uso sem incidência de tributação adicional.
A substituição de brindes padronizados por modelos de livre escolha reflete dados do mercado de consumo: levantamento realizado pela Ipsos em dezembro de 2025 revelou que 89% dos entrevistados consideram a utilidade do presente um fator decisivo, enquanto 87% destacam a satisfação pessoal ao receber itens de sua preferência.
Além da adequação tributária, o modelo digital simplifica a logística corporativa ao eliminar o armazenamento de produtos físicos. A plataforma da Mark Up oferece integração operacional com grandes varejistas, rastreamento de entregas, suporte pós-venda e implantação customizada em até 15 dias sem custo de setup, otimizando a eficiência e o planejamento das campanhas de reconhecimento empresarial.
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W3haus assina primeira campanha global de Black Friday da Getnet em sete países

A W3haus, agência do Grupo Stefanini, desenvolveu a campanha “Get+ Vendas”, a primeira iniciativa global de Black Friday da Getnet, fintech do Grupo Santander. Projetada para atender simultaneamente Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, México, Espanha e Portugal, a plataforma criativa foi desenhada para garantir consistência de marca e flexibilidade de adaptação cultural para os sete mercados.
A estratégia responde às particularidades dos calendários comerciais regionais. No México, por exemplo, a ação dialoga com o El Buen Fin, enquanto em outras praças o foco se divide entre a Black Friday tradicional e a Cyber Monday. A arquitetura da campanha permite adaptar mensagens, mecânicas de benefícios e abordagens de acordo com os hábitos de consumo e as necessidades dos empreendedores locais.
“Uma campanha global não pode falar exatamente da mesma maneira com todo mundo. Nosso desafio foi encontrar uma ideia forte, verdadeira e flexível o bastante para fazer sentido em diferentes culturas e momentos comerciais. ‘Get+ Vendas’ nasce dessa combinação entre consistência e relevância local”, afirma Leandro Pinheiro, diretor executivo de criação da W3haus.
“Atuamos em mercados que têm características próprias, tanto na dinâmica do comércio quanto na relação dos empreendedores com seus clientes. A construção de uma plataforma global nos permite fortalecer a identidade da Getnet e, ao mesmo tempo, preservar a relevância da comunicação em cada país”, destaca Denis de Lutiis, head global de comunicação da Getnet.
Com a assinatura “Get+ Vendas”, a Getnet e a W3haus unificam a posicionamento institucional da marca no ecossistema de pagamentos B2B, permitindo que cada subsidiária acione seus principais atributos de produto durante o pico de vendas do final de ano.
“O conceito é o mesmo. A conversa muda de acordo com quem está do outro lado”, conclui Alessandra Santana, CEO da W3haus.








