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Com geração Z como protagonista, Intimus lança campanha Eu Sou Um Novo Ciclo

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A menstruação ainda é um tema repleto de estigmas por parte da sociedade, mas há uma geração que pode ajudar a mudar e a influenciar de forma propositiva esse tema: a geração Z, que já entende o seu ciclo menstrual de uma maneira mais aberta. Pensando nisso, seguindo com o propósito de ajudar a promover o progresso feminino, Intimus®, a marca de cuidados femininos da Kimberly-Clark, apresenta o movimento global #EuSouUmNovoCiclo.

A iniciativa é uma continuação do movimento #ChegadeEstigma, realizado em 2020, no qual a marca convidou a sociedade para uma conversa sobre o estigma da menstruação, com uma série de ações para gerar debate e questionar os julgamentos impostos a alguns comportamentos da mulher. Agora, como parte dessa evolução, Intimus propõe uma continuidade dessa conversa a partir da visão de meninas mais jovens sobre o estigma da menstruação.

 

A campanha, que acontece simultaneamente em diversos países da América Latina (Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago e Uruguai), está sendo lançada na semana da Mulher, com uma série de iniciativas online e off-line.

 

“Com o movimento #EuSouUmNovoCiclo, queremos propor uma conversa para  incentivar toda a sociedade a questionar o estigma da menstruação e a lidar de forma mais positiva e natural com seu ciclo, algo que as meninas da geração Z já fazem e tem incentivado outras gerações. Por isso, trouxemos o olhar dessas jovens para conversar sobre o tema e os estigmas relacionados a ele”, afirma a gerente de marketing de Intimus, Fernanda Dayan.

 

Intimus realizou uma pesquisa para entender como as jovens mulheres abordam e enxergam o tema. A marca percebeu que as meninas mais novas conversam com mais leveza sobre o corpo e o ciclo menstrual, assim como não têm medo de mudar, explorar, experimentar e descobrir novas formas de viver seus ciclos. Com esses insights, toda a campanha #EuSouUmNovociclo traz um tom que fortalece a relação da mulher com seu ciclo e seu corpo.

 

“Como marca queremos encorajar, dar voz, força e espaço para que meninas liderem e protagonizem uma conversa coletiva, positiva e transformadora sobre a menstruação e o seu universo. E a campanha vem justamente reforçar esse objetivo, convidando para esse novo ciclo”, diz Fernanda.

 

JUNTE-SE AO NOVO CICLO

 

A campanha começa com o lançamento do videomanifesto, criado pela agência Ogilvy, que traz a representatividade da nova geração de mulheres dispostas a viverem novos ciclos. E, para que elas fossem porta-vozes, Intimus contou com a parceria das jovens na construção coletiva desse movimento, que traz frases empoderadas.

 

“Eu Sou Um Novo Ciclo” nasce de uma geração que tem muito a questionar. Por isso, esse movimento não poderia ser diferente, é questionador por natureza. Meninas e mulheres estão, cada vez mais, aprendendo a contestar a sociedade, em vez de contestar seus próprios corpos e comportamentos. Queremos trazer ao debate: por que as mulheres ainda são estigmatizadas por causa da menstruação? Ao mesmo tempo, toda a campanha valoriza o espaço que essas mulheres já conquistaram, porque embora ainda tenhamos muito pela frente, o presente já é feminino”, explica Bê Brandão, redatora da Ogilvy.

 

A trilha da campanha foi criada pela jovem cantora e compositora americana Mxmtoon, de 20 anos. Trata-se de uma música inédita e empolgante, que passa a mensagem do novo ciclo de forma poderosa e ousada, de forma a se conectar com o público da campanha.

 

“Não é todo dia que um filme mostra uma mulher de calcinha, com absorvente aparente e se sentindo bem. O novo ciclo é sobre essa mulher, que não aceita o estigma da menstruação, que sabe do seu potencial e não se deixa abalar pelas percepções negativas”, conclui Nayla Alana, diretora de arte da Ogilvy.

 

Para amplificar a ação e promover o debate sobre o novo ciclo, Intimus realizará a ação de PR digital intitulada A Casa do Novo Ciclo, idealizada pela agência PROS. Como forma de gerar conteúdo em uma conversa coletiva, positiva e transformadora a respeito da menstruação e o universo feminino, a marca convocou um time de influenciadoras para serem embaixadoras da campanha. Para engajar o público, elas serão apresentadas durante uma fase teaser de aquecimento de divulgação da programação.

 

Durante sete dias elas participarão de lives e encontros virtuais para falar sobre saúde íntima, autoestima, bem-estar e pobreza menstrual. As influenciadoras vivenciarão o período participando de diversas atividades usando formas de expressão artísticas e inovadoras para expressarem como enxergam o ciclo menstrual e, mais do que isso, levarão os seguidores para dentro de suas casas, que ganharão um layout com itens da campanha, frases do manifesto, fazendo um convite para todos participarem do movimento #EuSouUmNovoCiclo.

 

“Nossa intenção é materializar o Novo Ciclo em um ambiente digital que dialogue com o momento que vivemos. Mais do que uma marca falando, abrindo espaço para meninas darem a sua voz, uma conversa legítima, natural e colaborativa”, destaca a diretora de criação do PROS, Maria Cláudia Mestriner.

 

“O time é composto por meninas e mulheres que dialogam de alguma forma sobre o universo feminino e fomentam essa conversa franca sobre o ciclo e a menstruação. Seja por meio da arte, música ou atitudes do cotidiano, as influenciadoras vão interagir entre si e com outras meninas e mulheres nos sete dias da programação, trazendo à tona assuntos pertinentes ao universo feminino, estigmas e conteúdos relacionados à menstruação. E teremos muitas surpresas ao longo da ação da casa digital”, destaca Fernanda Dayan.

 

Ainda como parte do plano de mídia, a campanha contempla também iniciativas on e off-line, como filmes para TV aberta e fechada, manifesto com frases que inspiram o movimento e conteúdo informativo nos canais da marca assinados pela ginecologista Rebeca Gerhardt.

 

Como parte das ações da campanha, a marca promove também a promoção “Eu Posso, Eu Faço”, que vai sortear diariamente R$ 1.500 e R$ 150 mil ao final da campanha, em 30 de abril. Para participar, os consumidores devem cadastrar o cupom fiscal da compra de dois produtos da marca Intimus (exceção Sabonete Líquido), sendo um deles Absorvente Dia&Noite, Absorvente Noturno ou Absorvente Antibacteriano. Basta cadastrar o cupom no site www.promointimus.com.br e concorrer. Válidos três cadastros por CPF.

 

SOCIAL

Para aumentar ainda mais o impacto desse movimento na sociedade, Intimus segue, por meio da iniciativa global Ela Pode, a parceria com a ONG Plan International, entidade que promove os direitos das crianças e a igualdade para as meninas. O objetivo é ajudar a organização a promover iniciativas que colaborem para levar informações a meninas e meninos, homens e mulheres de diversas comunidades sobre o tema “menstruação”. Brasil e Colômbia serão os mercados impactados na América Latina, trazendo continuidade a um trabalho iniciado com a ONG em 2018 na Bolívia.

 

Por meio do site, uma ferramenta fundamental para a instrumentalização do movimento, os consumidores terão a oportunidade de fazer a parte deles como embaixadores. Para isso, serão disponibilizados conteúdos exclusivos, como vídeos, pôsteres e figurinhas digitais para serem compartilhados em suas redes sociais, sempre com objetivo de propagar a informação e ajudar a educar e conscientizar a sociedade, questionando o estigma da menstruação.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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