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Com criação da F.biz, James lança campanha de aniversário

Filme ressalta como o super aplicativo de entregas soma tecnologia com o cuidado com as pessoas
Para comemorar o aniversário do super aplicativo de entregas James, a F.biz criou o filme “James 4 Anos”, gravado totalmente dentro da residência do diretor do filme Raphael Gasparini e com a participação muito especial de seu filho, o Lucas. O vídeo, que está disponível nas redes sociais da marca, emociona ao mostrar como James não é apenas o primeiro aplicativo de entregas a levar qualquer coisa em qualquer lugar, como também é uma marca que leva cuidado às pessoas, principalmente nesse período de isolamento social.
“Com o novo cenário mundial decorrente das mudanças provadas pela quarentena, repensamos nossa campanha de aniversário. Alinhado ao fator humano muito presente na companhia (refletido, inclusive, no nome da empresa), pensamos nas milhares de pessoas que, assim como James, fizeram aniversário nesse período de isolamento e não puderam comemorar da forma como gostariam. A saída foi materializar essa história na figura de um personagem real, com a mesma idade de James, levando um pouco de alegria nessa data tão especial para ele”, explica Eduardo Petrelli, cofundador da James.
No filme de 60 segundos, o garotinho Lucas está triste por completar 4 anos de idade sem a companhia de seus amigos e familiares em decorrência da quarentena. Mas com a ajuda do James, a data não passa em branco e Lucas recebe em sua casa o bolo, a vela e até seus convidados virtuais para celebrar seu aniversário. “Uma festa de aniversário de criança é marcada pelo colorido e pela alegria, não importa se na garagem de casa, no buffet infantil ou confinado em tempo de isolamento social. O que não pode faltar é alegria. Então, se tiver que pedir bolo, balões e docinhos coloridos, tudo bem, James entrega”, comenta Adriano Alarcon, CCO (Chief Creative Officer) da F.biz.
Durante a quarentena, o time de BI (Business Intelligence) da F.biz mapeou as menções aos deliveries e constatou que elas aumentaram em mais de 4.000% nesse período. E devido ao novo cenário de isolamento social, os consumidores estão mais predispostos a conhecerem o serviço diferenciado de James, que se destaca dos demais não apenas pelo seu nome – um nome humano – como também ao tratamento que é oferecido aos seus clientes. Quando se pensa em aplicativo de delivery, a reação imediata das pessoas é creditar à tecnologia o sucesso de todo o processo e serviço entregue. No caso de James, soma-se à tecnologia um outro fator muito importante: o seu cuidado com as pessoas.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








