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Clube de Benefícios é uma das melhores maneiras de fugir de ofertas enganosas na Black Friday

A Black Friday se aproxima, período do ano em que os preços costumam baixar, permitindo ao consumidor a compra de itens muito desejados. Porém, uma dúvida sempre fica no ar: será que os descontos são reais? Existe mesmo um benefício em comprar na Black Friday ou somos reféns daquela velha máxima “tudo pela metade do dobro”?
Uma maneira que as próprias empresas encontraram para gerar essa confiança nos clientes foi a implantação de clubes de benefícios, que além de trazerem muitas promoções e vantagens ao longo do ano, permitem aos compradores uma fidelização de que não haverá enganação em datas especiais, especialmente na Black Friday.
“Estamos em negociação com muitas empresas parceiras em relação às promoções da Black Friday, mas sabemos que teremos muitos atrativos, especialmente em relação a produtos e cashback”, diz Aluisio Diniz Cirino, CEO da Lecupon, startup que desenvolve junto a grandes players de mercado uma plataforma para que as empresas desenvolvam seu próprio clube de benefícios, desde a tecnologia e sua parte operacional até o acesso a grande marketplaces que oferecem as vantagens.
Cirino explica que as empresas têm uma política de “marcação de mercado”, ou seja, muitas vezes elas aguardam uma concorrente lançar uma promoção para poder oferecer um preço melhor ainda. Por essa razão, para os clientes da Lecupon, acompanhar os benefícios e ofertas de Black Friday é muito tranquilo.
Isso porque a empresa oferece a sua tecnologia formas de ser informado sobre os descontos na hora que eles são lançados, a partir da cobertura nos canais de comunicação e pushs no APP, que é quando aparece notificações na tela do celular. Sendo assim, todos os usuários podem acompanhar as melhores oportunidades por meio de uma filtragem feita pelo time da Lecupon.
“Sobre o GMV (aumento de vendas brutas), esperamos crescer 50% em relação aos meses convencionais, principalmente com foco na venda de em eletroeletrônicos, itens esportivos (Copa do Mundo), viagens e gastronomia”, projeta Cirino.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








