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Allianz Brasil encerra ciclo de naming rights com a arena e anuncia nova estratégia focada em expansão nacional

A Allianz Brasil, uma das gigantes do setor de seguros no país, acaba de anunciar um reposicionamento estratégico de marca para sustentar sua ambiciosa meta de dobrar de tamanho em território nacional. O movimento marca o encerramento da parceria de naming rights com o Allianz Parque, após um acordo amigável e colaborativo com a WTorre para a antecipação do fim do contrato. Ao longo de 13 anos, a arena consolidou-se como o case de maior sucesso do gênero no Brasil, servindo de benchmark para o mercado de arenas multiuso na América Latina.
A decisão, de caráter estritamente local, visa redirecionar os investimentos para uma estratégia regionalizada e constante, abrangendo múltiplos canais e pontos de contato. Segundo Eduard Folch, CEO da Allianz Brasil, a mudança reflete um novo momento da companhia, que busca capilaridade de Norte a Sul. “Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase, com foco em ações que nos aproximem ainda mais de clientes, corretores, parceiros e a sociedade. Queremos ser a seguradora de todo o Brasil”, afirma o executivo.
O novo plano de marketing está intrinsecamente ligado ao projeto de aceleração iniciado em 2024, que projeta dobrar o faturamento e triplicar o lucro da seguradora até 2027. Os números recentes validam a trajetória: em 2025, a companhia registrou um faturamento de R$ 12 bilhões, um salto de 23% em relação ao ano anterior — desempenho 15 pontos percentuais acima da média do mercado.
Para Maria Clara Ramos, diretora executiva de transformação, estratégia e marketing, a maturidade da marca permite agora avançar para iniciativas que priorizem a experiência do cliente (CX) e a conexão real com os stakeholders. “O foco são ações que gerem experiências, indo além da presença institucional”, pontua Maria Clara, revelando que o plano inclui o reforço em mídia tradicional e digital, além da ampliação de patrocínios que unam esporte e cultura.
A nova fase de visibilidade da Allianz Brasil já ganha corpo com o apoio a um renovado squad de atletas olímpicos e paralímpicos, alinhado ao patrocínio global da companhia aos Comitês Olímpico e Paralímpico Internacional até 2032. No campo cultural, a seguradora estreia como patrocinadora do Coala Festival 2026, que acontece em setembro no Memorial da América Latina, em São Paulo. O festival será o ponto de partida para uma série de cinco eventos proprietários em teatros e espaços icônicos de outras capitais brasileiras.
O encerramento da parceria com a WTorre e o Palmeiras foi conduzido com deferência mútua. Folch fez um agradecimento especial à construtora e ao clube alviverde pelos títulos e pela história construída sob a marca Allianz. Por sua vez, Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre Entretenimento, celebrou o pioneirismo da união. “Trabalhamos juntos de forma exitosa na construção de um case referência. Conduzimos agora um movimento natural de evolução, que marca o início de novos caminhos tanto para a Allianz Seguros quanto para a arena”, finaliza Frazão.
Com o fim do ciclo na arena, a Allianz Brasil reafirma seu compromisso com o mercado brasileiro, apostando na diversificação de territórios e na brasilidade para atingir seu próximo patamar de crescimento.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







