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ChoppUP conclui nova rodada de captação e registra crescimento de 95% em receitas recorrentes em 2019

Entrando em fase de escalabilidade, a receita da startup de IoT ultrapassou, pela primeira vez, a marca de R$ 1 milhão por trimestre
Após revolucionar o mercado cervejeiro com o lançamento da chopeira inteligente, a ChoppUP celebra o início de 2020 com conquistas comerciais e resultados financeiros positivos, além de se preparar para novidades que a aproximam de sua missão de digitalizar e automatizar o setor e a operação logística da indústria de bebidas. Para manter seu crescimento e lançar novos produtos no primeiro trimestre do ano (1T20), a startup brasileira de IoT (Internet das Coisas) concluiu mais uma rodada de investimento em dezembro de 2019, captando mais de R$ 600 mil — auferindo um crescimento de 95% da receita em relação à última rodada, em agosto de 2018.
“Nestes primeiros passos do nosso crescimento, buscamos só abrir uma nova rodada de investimento após o alcance claro de um novo marco na evolução dos negócios e dosamos o porte da rodada para que seja compatível com a necessidade real de investimentos para os próximos 3 a 6 meses, não mais que isso. Com isso, temos sido eficientes no uso do capital e somos reconhecidos por isso — de fato, mais de 60% do total desta rodada foi aportado por investidores que já haviam participado nas anteriores”, explica Bruno Salman, CFO da startup.
A ChoppUP usou o aporte para investir no crescimento da base instalada de produtos e também em equipe comercial para expandir seu modelo de “vendas previsíveis” implantado no segundo semestre de 2019.
“O mercado de servir chope é superior a USD 100 bi no mundo, e o Brasil, terceiro maior mercado, supera 1,2 milhão de estabelecimentos como bares, restaurantes, tap houses e outros. Em 5 anos, queremos estar presentes em 2% do mercado brasileiro com nossos produtos atuais, bem como expandir as operações para o Mercosul e União Europeia, com contratos em negociação”, explica o executivo.
Com produtos e serviços ofertados em um modelo de assinatura para todos os portes bares e restaurantes (PDVs), a startup também registrou um crescimento substancial no volume de negócios no ano de 2019: aumento de 305% na base de assinantes, de 74% da base instalada em mesmos clientes e crescimento de 845% no volume de copos servidos, alcançando a marca de 2 milhões.
Para este ano, a ChoppUP lançará novas linhas de negócios por meio de soluções já existentes, aumentando o potencial de mercado e acelerando o desenvolvimento de softwares que utilizam os dados capturados pela telemetria dos equipamentos IoT instalados, trazendo assim, maior inteligência a toda a cadeia de valor, desde a produção até o consumidor final. “Iniciaremos a busca de investidores estratégicos, que permitam impulsionar o crescimento dos serviços para outros segmentos como cervejarias e produtores de bebidas. Queremos nos tornar referência no uso da tecnologia para melhorar a eficiência na indústria de bebidas, integrando a cadeia entre produtores, PDVs e clientes por meio da geração de dados até então inexistentes”, finaliza o CFO.
Fornecendo economia e gestão dos pontos de venda que viabilizam operações de autosserviço, as chopeiras inteligentes da ChoppUP permitiram economizar mais de 173 mil litros de chope durante o ano de 2019, contabilizando os dados de todos os assinantes. O CFO explica que o controle e geração de dados é possível porque a chopeira é integrável a sistemas de pagamento e o manuseio, realizado via computador e aplicativo, permite leitura remota em tempo real do serviço e da quantidade de copos vendidos, evitando fraudes e perdas que são detectadas pelo sistema.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








