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Chilli Beans lança óculos com pendrive acoplado em nova coleção com Alok

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Chilli Beans lança óculos com pendrive acoplado em nova coleção com Alok

A Chilli Beans, maior rede especializada em óculos escuros da América Latina, anuncia o lançamento da nova coleção limitada assinada pelo Alok, que chega às lojas no dia 3 de setembro. Batizada de Tech In Style, a parceria traz 26 armações com detalhes futurísticos e que remetem ao mundo dos games, incluindo o óculos mais esperado, que possui um pendrive destacável na haste. A collab também vem para celebrar o novo momento da Chilli Beans, que intensifica o olhar para o futuro a partir dos pilares tecnologia e sustentabilidade.

Para a campanha, a marca e o DJ mergulharam em um universo onde a natureza e a tecnologia caminham juntos para a construção de um futuro melhor. Os óculos da coleção – 20 modelos solares e 6 de grau – têm formatos inovadores, materiais nobres e lentes polarizadas em diversas tonalidades. As armações trazem shapes futurísticos, incluindo hastes que simulam cabos de força de hardwares, detalhes que remetem a conectores de USB, impressões que imitam bug típico de tela LCD, polígonos bidimensionais e renders orgânicos. O destaque da collab, que vem com um pen drive em uma de suas hastes, representa a imersão também no universo de Alok, já que o dispositivo é clássico da rotina do DJ e, agora traduzido em óculos, também passa a ser seu acessório preferido.

Alok e Chilli Beans é dupla de longa data. São 5 anos de lançamentos icônicos, representando a parceria mais duradoura e mais rentável da companhia. “Em 2021, completaremos um histórico de mais de meio milhão de peças vendidas ao longo dessa jornada. A marca e Alok têm uma trajetória muito orgânica – a relação com festivais e com música deixam essa parceria ainda mais especial e verdadeira. Essa nova coleção é muito especial, pois tivemos a chance de unir dois pilares essenciais da nossa marca: a música e o universo geek”, diz Caito Maia, CEO e fundador da marca.

“Sempre muito bom poder estar ao lado da Chilli Beans em mais um lançamento que tenho certeza que será um grande sucesso. São anos de parceria e resultados muito incríveis. Para esta coleção trouxemos o universo dos games e futurismo no universo digital, atrelado a sustentabilidade, temas que venho trabalhado por anos em meus projetos e considero essencial”, disse Alok.

Alok Tech In Style é símbolo do novo momento da marca, que passa a olhar para o futuro com mais profundidade, aliando tecnologia com preocupação com o meio ambiente. “Essa coleção é uma celebração do momento em que a tecnologia e a inovação se conectam com o ser humano, e ainda abre portas para uma discussão mais profunda sobre a natureza”, afirma Caito. “Como parte da nossa cultura, buscamos sempre trazer inovações, tanto na operação quanto no desenvolvimento dos produtos. Em 2020, assumimos a tecnologia como frente de trabalho e tivemos resultados muito positivos. Agora, nos comprometemos a investir na tecnologia de forma aliada ao meio-ambiente para que possamos contribuir cada vez mais com o desenvolvimento sustentável e com a neutralização de danos ao planeta”, complementa. Um exemplo disso é que nos próximos meses a companhia trará para o portfólio produtos feitos a partir de resíduos retirados do fundo do mar.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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