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CBLOL 2021: Tássia Reis e Choice como compositores da trilha da final

“Enquanto Estiver de Pé” é a música-tema do vídeo de abertura da grande final do CBLOL, tendo a resiliência como fio condutor
Dois jovens nomes do rap nacional se uniram para dar vida à trilha sonora do vídeo da cerimônia de abertura da grande final da segunda etapa do CBLOL 2021. O resultado do encontro inédito entre Choice e Tássia Reis para compor “Enquanto Estiver de Pé” foi apresentado pela primeira vez durante a transmissão da final. A ideia da música é fazer um paralelo com a situação atual que todos enfrentam, diariamente, e mostrar como a resiliência é importante para ultrapassar os desafios que possam surgir.

Conheça o rapper Choice
Cria do morro do Atalaia, no complexo do Largo da Batalha em Niterói, no Rio de Janeiro, Choice começou sua carreira em 2014 nas batalhas de rima. A ascensão do rapper veio em abril de 2017 com o lançamento do single solo “SuperHip Hop”, primeira faixa de seu EP de estreia “Ruby King 7102”, lançado em 2018. Gamer de carteirinha, LOL já faz parte da vida do rapper há nove anos.
“Sou apaixonado pelo jogo. LOL me acompanhou em várias fases da minha vida e só jogo partida competitiva, ranqueada. Quando recebi o convite que uma empresa de games queria falar comigo, não imaginava que era a Riot Games. Fiquei louco!”, diverte-se Choice. A familiaridade com o tema ajudou muito na inspiração para a trilha.
“Sou muito próximo de toda essa atmosfera épica, essas paradas mais voltadas a um cenário de fantasia. Então a minha inspiração foi todo esse conteúdo de animação, de trilha sonoras que consumo desde pequeno”, completa.
Conheça a rapper Tássia Reis
Nascida em Jacareí, interior de São Paulo, Tássia Reis iniciou sua vida artística ainda adolescente, com um grupo de Danças Urbanas. Em 2009 começou a compor e, três anos depois, subiu aos palcos. Em 2014 lançou seu primeiro EP, intitulado “Tássia Reis”. Tássia integra também o coletivo feminino “Rimas & Melodias”
Segundo Tássia, a inspiração para a trilha também foi traçar um paralelo do momento que estamos vivendo com a narrativa do jogo. “Trazer um pouco de luz e esperança, mesmo quando tudo parece estar perdido. Foi com esse ímpeto que escrevemos e gravamos a faixa. Foi incrível mergulhar no universo de LOL para saber mais sobre as histórias e narrativas. Achei incrível!”, diz a cantora, que joga Wild Rift.
Tássia e Choice já se conheciam da cena do rap, mas nunca trabalharam juntos até o convite da Riot Games. “A gente já se admirava nas rimas e passamos a nos admirar como pessoa. Ela é muito especial, carinhosa, atenciosa e inteligente. Foi um prazer trabalhar com a Tássia no projeto”, elogia Choice.
Tássia achou incrível dividir a parceria com o rapper, a quem considera muito talentoso. “Ele estava sempre disponível para trocas. Nos reunimos algumas vezes online com a equipe da Riot Games, até chegarmos na gravação presencial da faixa. Rolou muita dedicação, foi um processo minucioso até a versão final”, detalha.
Emicida, Far From Alaska, Vintage Culture e Pedro Qualy já assinaram trilhas de edições anteriores do CBLOL.
Créditos da trilha sonora do CBLOL 2021:
Enquanto Estiver de Pé
• Direção Musical: Riot Games, Samuel Ferrari
• Artistas: Choice, Tássia Reis
• Música Original: Samuel Ferrari, Clóvis Vilela, Choice, Tássia Reis
• Produção Musical: Riot Games, Samuel Ferrari
• Synths, Programações e Beats: Samuel Ferrari, Clóvis Vilela
• Regente Coro: Bruno Costa
• Coro: Adamo Cruz, Anderson Barbora, Claudia Dantas, David Medrado, Diego da Silva, Felipe Reys, Felipe da Paz, Giulia Gomes, Guilherme Araujo, Ísis Cunha, Julia Stroppa, Laura Pompeo, Leonardo Koscianski, Ludmilla Thompson, Micael Oliveira, Michele Magalhães, Sheila Coutinho.
• Vozes gravadas no estúdio Dissenso
• Mixagem Música: Maurício Cersosimo, Samuel Ferrari, Clóvis Vilela
• Masterização: Maurício Gargel
• Sound FX e Mixagem Filme: Glauber Coelho
• Produzido nos estúdios mdois
RED Canids e RENSGA estão disputando a grande final da segunda etapa do CBLOL no Rio de Janeiro, hoje, em um evento sem público e seguindo todos os protocolos contra a Covid-19. A transmissão ao vivo está acontecendo no YouTube, Twitch e Nimo TV do CBLOL, e no SporTV 2. O time vencedor vai representar o Brasil no Mundial de League of Legends, “Worlds 2021”, que acontecerá na Europa, no final deste ano.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








