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Castrol lança Campanha Castrol MAGNATEC – Amamos Proteger

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A Castrol, uma das principais fabricantes de lubrificantes premium do mundo, lança a partir de 3 de agosto, a campanha Castrol MAGNATEC – Amamos Proteger. A agência Jüssi é a responsável pela criação dos conteúdos, artes e imagens para redes sociais e mídias off-line. A campanha terá recomendações ao consumidor por meio de animações e conteúdos educativos, que vão responder às principais dúvidas dos consumidores a respeito do uso de lubrificantes e dicas sobre como cuidar e higienizar o veículo, protegendo tanto o motor do carro quanto a família.

“A Jüssi entendeu nossa necessidade de criar uma campanha que conversasse com o público neste momento da pandemia da Covid-19 no Brasil. Nosso objetivo é oferecer uma prestação de serviço à sociedade com iniciativas nos ambientes offline e online de maneira ampla, que vai desde a saúde do consumidor até a saúde e manutenção do seu veículo”, conta a gerente de marketing da Castrol, Deborah Sciamarella.

As dicas sobre óleo de motor e higienização do veículo ocorrerão por meio de postagens no Youtube, Facebook, Instragam da marca. A ação terá a hashtag #AmamosProteger para incentivar o engajamento do consumidor nas redes sociais. Entre as recomendações destacam-se a necessidade e periodicidade adequada de troca de óleo e filtro de óleo, esclarecimentos técnicos sobre os diversos tipos de lubrificante, a importância da viscosidade do óleo do motor, higienização do veículo e muito mais.

“Adaptamos bem o conceito global ‘Love to Protect’, por conta da atual situação em que o nosso país e o mercado se encontram. O brasileiro já é naturalmente apaixonado por carros e tem por hábito cuidar bem deles, mas no momento o sentido de proteção se amplificou e ajudou a boa recepção da mensagem. Todos os materiais criados transmitem de forma didática e ilustrada os atributos da marca, e como nosso consumidor pode cuidar do que mais ama”, explica Vinicius Bellacosa, diretor de criação da Jüssi.

Os conteúdos foram selecionados com base em uma pesquisa da Castrol no ambiente digital e nas dúvidas recebidas pelo 0800 sobre os temas mais procurados pelos consumidores. “A construção e o desenvolvimento de parte da campanha nas plataformas digitais é uma forma da Castrol se conectar com o consumidor, hoje muito assíduo às redes sociais da marca. Temos mais de 3 milhões de seguidores no Facebook, com o compromisso de contribuir com informação relevante para a proteção do maior número de pessoas possível”, conta a gerente de marketing da Castrol, Deborah Sciamarella.

Além disso, “com os resultados da pesquisa e com as principais dúvidas recebidas pela Castrol, o time de SEO da Jüssi desenvolveu conteúdos ricos e esclarecedores que ajudarão os clientes na manutenção do veículo. Uma comunicação, simples, didática e divertida”, completa Nathalia Martinez, Business Strategist da Jüssi.

Além dos conteúdos a serem divulgados nas redes sociais no formato de filmes em animação, a marca lançará o Guia de Proteção Castrol, com esclarecimentos e orientações para o público. O material educativo que reúne orientações sobre como cuidar, proteger e higienizar o veículo estará disponível no site da Castrol e poderá ser baixado gratuitamente.

Segundo a executiva, a ação se estende também para o canal offline para disseminar ainda mais a campanha. “Nosso objetivo é oferecer uma prestação de serviço à sociedade com iniciativas nos ambientes offline e online de maneira ampla, que vai desde a saúde do consumidor até a saúde e manutenção do seu veículo”, explica.

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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