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Cartão de criptomoeda é lançado pela Crypto.com e Visa no Brasil

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A Crypto.com anunciou hoje que iniciará a emissão do cartão Crypto.com Visa no Brasil, após os lançamentos em Cingapura, Estados Unidos, Europa, países da Ásia e Pacífico, Canadá e Austrália, que permitirá aos usuários converter suas criptomoedas em reais para uso em pagamentos onde quer que a rede Visa seja aceita. A confirmação ocorre apenas sete meses depois de a empresa revelar a parceria global com a Visa. Em conjunto com a Austrália, o Brasil se torna o segundo país em que a Crypto.com é um membro principal da rede Visa.

Agora, a Crypto.com será capaz de emitir diretamente os seus próprios cartões Visa no país. Além disso, a novidade marca mais um grande passo na missão da companhia de acelerar a adoção de pagamentos com criptomoedas por meio da expansão global de seu programa de cartões.

Com o cartão da Crypto.com, os consumidores brasileiros poderão converter as suas criptomoedas em reais para usar em diversos pagamentos nos lugares onde Visa é aceito.

O cartão Visa Crypto.com inclui benefícios como até 8% de reembolso em todos os gastos. O programa do cartão também oferece reembolsos de 100% no Spotify, Netflix e Amazon Prime, além de não possuir cobrança de tarifa ou anuidade.

De acordo com um estudo recente encomendado pela Crypto.com, um em cada três brasileiros que ainda não investiu em criptomoeda disse que estaria pronto para fazer esse investimento se tivesse um cartão que permitisse fazer saques em um caixa eletrônico. Enquanto isso, mais de um quarto dos entrevistados disseram que estariam prontos para investir em criptomoeda se pudessem converter e usar esses recursos para fazer compras online ou pessoalmente usando um cartão.

“O Brasil é um mercado importante para a Crypto.com”, disse o cofundador e CEO da Crypto.com, Kris Marszalek. “Continuaremos a trazer nossos produtos e serviços para usuários de criptomoedas no Brasil. À medida que continuarmos expandindo para mais mercados, e como parceiro principal da Visa, como no país, acreditamos que os clientes poderão se beneficiar do nosso programa de cartão, desbloqueando seus valores em cripto para pagamentos e recebendo cashback em cripto sempre que usarem os seus cartões”.

“Não é uma surpresa que o Brasil foi o primeiro país da América Latina. Sabemos do ‘apetite’ dos brasileiros por inovação e trabalhamos juntos para criar soluções que realmente dêem oportunidades de novas experiências de consumo no ecossistema de cripto, e com a comodidade e segurança dos cartões Visa”, afirma Eduardo Abreu, vice-presidente de Novos Negócios da Visa do Brasil.

Tudo isso ocorre em um momento crucial para a Crypto.com. A empresa teve um grande crescimento nos últimos 12 meses e dobrou sua equipe para 2.600 funcionários em todo o mundo. Também viu a base de usuários crescer cinco vezes, para mais de 10 milhões. No terceiro trimestre de 2021, o aplicativo Crypto.com se tornou o aplicativo nº 1 nos EUA no Google Pay.

Em maio deste ano, a Crypto.com começou a localizar seus produtos para usuários no Brasil com o lançamento de transferências bancárias em reais sem tarifas, o uso do Real como moeda no aplicativo Crypto.com e oferecendo o português brasileiro como opção de idioma no aplicativo e no Exchange. Os reais podem ser depositados usando transferências TED, DOC ou PIX.

Cuy Sheffield, head de cripto da Visa, acrescentou: “Queremos servir como ponte entre o ecossistema de cripto e a nossa rede global de 80 milhões de estabelecimentos comerciais. Estamos felizes e animados em trabalhar com plataformas como a Crypto.com, que está buscando tornar mais fácil para os usuários o uso de seus saldos de moedas digitais em qualquer lugar que o Visa seja aceito”.

 

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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