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Carrefour apresenta nova campanha publicitária para seu e-commerce

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O Carrefour Brasil lança, hoje, sua nova campanha publicitária com foco no e-commerce. Com a assinatura “É mais que online. É Carrefour“, a ação busca ressaltar que os reconhecidos atributos e diferencias da marca Carrefour estão presentes na experiência de compra dos clientes no e-commerce. A construção musical do filme de campanha valoriza os cuidados que são tomados pelo Carrefour.com.br quando uma venda pela internet é realizada – da higienização à entrega de produtos, tudo acompanhando o ritmo de vida dos clientes.Com veiculação nacional, a campanha foi criada para TV e mídia digital.


A primeira peça da campanha utiliza a linguagem dos aplicativos de vídeo e tem como trilha uma adaptação da cantiga infantil A-do-le-ta, palavra agora substituída por: A-PRO-VEI-TA. Ao som da música, o comercial destaca que, no e-commerce do Carrefour, cada pessoa pode comprar em seu próprio tempo, com acesso a um enorme sortimento de produtos e praticidade, ressaltando a qualidade e o cuidado que o Carrefour tem com os clientes. A ação abrange toda a operação do Carrefour.com.br e aplicativo, nos segmentos de não-alimentos e alimentos.


“Buscamos uma estética contemporânea e linguagem digital para valorizar os diferenciais do nosso e-commerce e ressaltar que estamos preparados para atender a todos com o dinamismo que o mundo da compra online exige”, comenta Silvana Balbo, Diretora de Marketing do Carrefour. Desenvolvida pela Publicis, a campanha começará a ser veiculada nas mídias sociais, TV paga e por meio de influenciadores. Ao longo do ano também serão realizadas inserções na TV aberta, acompanhando todos os momentos sazonais do calendário.


O segmento de e-commerce é uma prioridade na estratégia do Grupo Carrefour Brasil e, neste momento de pandemia, ganhou ainda mais relevância, acompanhando os novos hábitos de consumo dos clientes. “Vemos um novo comportamento de muitos consumidores brasileiros, que passaram a comprar alimentos pela internet e tiveram uma experiência muito positiva, seja pela segurança ou pela comodidade. No primeiro trimestre, nossas vendas no e-commerce alimentar triplicaram em relação ao ano anterior e o mais positivo é a recorrência das compras, o que mostra um hábito que veio pra ficar”, explica Luiz Escobar, Head de E-commerce do Carrefour.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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