Empresa
Campanha publicitária da Brasilcap deseja sorte em 2021

Guardar dinheiro dá sorte. O slogan inspira a nova campanha publicitária da Brasilcap, empresa de capitalização da BB Seguros. De autoria da agência Jotacom, as peças têm como foco o Ourocap PM (Pagamento Mensal), produto voltado para o acúmulo de reservas. A ideia central é cuidar do que é valioso para as pessoas através do título de capitalização. Desta vez, a linha criativa incorpora o elemento serotonina – conhecido como o hormônio da felicidade – na realização de planos e objetivos de vida.
A campanha terá peças para mídias digitais, que serão veiculadas até o próximo dia 31, e filmes publicitários para televisão, a serem exibidos durante o mês de janeiro. Nas mensagens, a Brasilcap vai desejar que os clientes tenham um 2021 repleto de algo que pode ajudar sempre, especialmente em momentos de imprevisto ou quando algo sai diferente do que foi planejado: sorte. Por meio do Ourocap, eles podem, ao mesmo tempo, guardar dinheiro e concorrer a prêmios de até R$ 25 milhões. Ou seja, quanto mais guardam, mais chances têm de ganhar.
Os filmes publicitários incorporam novos elementos nas campanhas da Brasilcap. Com linguagem simples, de tom animado, eles têm a narração de um contador de histórias, que explica como a sorte é aliada dos que sabem economizar. “Em 2021, tem algo que pode te ajudar com as promessas: sorte! E sabe o que ajuda a ter sorte? Guardar dinheiro”, diz o narrador, que explica como concorrer a prêmios de até R$ 25 milhões do Ourocap.
“Construímos um filme com linguagem leve e positiva, apropriada ao momento desafiador que estamos passando, para disseminar a mensagem de realização de planos nos canais digitais e integrados” complementa João Passarinho Netto, VP de Estratégia Criativa da Jotacom.
A linha visual adota recursos de stop-motion, trazendo imagens de fogos de artifício, malas de viagem, rolos de tinta, noivos e bolo de casamento, figuras que remetem à realização de planos. Os filmes serão exibidos em canais como Globonews, Telecine, TNT, Warner, Space, Cartoon Network, AXN e Sony.
“A nova campanha encerra de forma especial um ano desafiador e de muitas realizações para a Brasilcap. Ela não apenas reforça a trajetória vitoriosa do Ourocap, que completou 25 anos de existência, como traz ainda formas diferentes de se comunicar com o público. E mostra a solidez de um título que, desde 1995, ajuda a realizar planos e transformar vidas. Questão de persistência e de sorte”, explica Gustavo do Vale, presidente da Brasilcap.
Só em 2020, a Brasilcap distribuiu R$ 71,9 milhões em prêmios para 14,2 mil títulos sorteados. E desde sua fundação, a Companhia entregou um total de R$ 2,3 bilhões em prêmios, contemplando 657 mil títulos.
Empresa
Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
Empresa
Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








