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Campanha de Bozzano incentiva autenticidade e confiança masculina

Como forma de reforçar a identidade de cada um e promover a confiança em diferentes estilos masculinos, Bozzano, marca pertencente ao portfólio de consumo do Grupo Coty no Brasil, apresenta sua nova campanha ‘’Ser você é sua beleza’’. Assinada pela agência Ampfy, tem como propósito incentivar a autenticidade dos homens no momento de se cuidarem.
Quem confia em si mesmo está sempre cuidando da barba, do bigode, do cabelo e do estilo. Por isso, Bozzano quer ressaltar que a beleza está na confiança, que cada homem deve se arrumar do seu jeito e deixar o estilo falar mais alto, incentivando a beleza masculina sem tabus e desfrutando as inúmeras funcionalidades e praticidades dos produtos da marca. ‘’Bozzano é nossa maior marca para cuidados masculinos, que procura interagir com homens que vão além do básico, de todas as idades, classes e permitindo que possuam diferentes estilos. A linha completa de produtos da marca, apresenta a confiança no dia a dia que incentiva mostrar as identidades e a autenticidade da beleza masculina, sendo a solução completa para os cuidados de cada um’’, ressalta Regiane Bueno, vice-presidente de marketing do Grupo Coty.
No filme da campanha, foram utilizadas transições dinâmicas que fazem referências aos vídeos das redes sociais, utilizados nos reels e Tik Tok. O jogador de futebol Pedro Victor (@pedrovictor38_), conhecido como Pedrinho, que já jogou na seleção brasileira, no Corinthians, e atualmente no Shakhtar Donetsk, apresenta os benefícios dos produtos junto com os influenciadores Daniel Barra (@danielbarra), engenheiro e empreendedor, e o apresentador Ismael Carvalho (@ismaelcarvalhoss).
A nova campanha de Bozzano apresenta ao público o novo posicionamento da marca ‘’Ser você é sua beleza’’, que incentiva o consumidor a acreditar em si mesmo e ter mais confiança para falar de beleza masculina sem tabus. Com o objetivo de aproximar o consumidor da marca, utilizamos no filme edições e transições dinâmicas que fazem referência ao TikTok. Uma campanha grandiosa para um novo momento de uma marca brasileira tão icônica”, comenta Dogura Kozonoe, Executive Creative Director na Ampfy.
FICHA TÉCNICA
Ficha Técnica Bozzano
Cliente: Bozzano
Produto: Institucional
Projeto: Ser Você É Sua Beleza
VP de Marketing Coty: Regiane Bueno
Equipe de Marketing Coty e Bozzano: Paulo Carneiro, Flávio Barolli e Leticia Costa
Agência: AMPFY
CEO: André Chueri
CCO: Fred Siqueira
COO: Douglas Bocalão
CBO: Guilherme Brum
VP de Mídia e Growth: Sérgio Brotto
ECD: Dogura Kozonoe
CD: Bruno Érnica
Criação: Renato Picolo, Juliana Coelho, Luiz Gustavo Maciel, Lars Ferreira e Beatriz Helena
Diretor(a) de Atendimento: Barbara Gava Rodrigues
Diretor(a) de Contas: Mariana Andrade
Atendimento: Gabriela Nogueira Dias e Gabriela Marsola
Head de Planejamento: Luciana Padovani
Diretor de Planejamento: Augusto Leme
Planejamento: Juliana Pádula e Isabella Duarte
Diretora de Mídia: Thaís Degilio
Mídia: Marianna Moreira e Barbara Castro
Content Lead: Vanessa Brito
Community Manager: Jacqueline Martins
Analista de SAC: Thiago Patrick, Lorena Lobo e Yara Marchi
Gerente de Operações: Gabriel Kuhlmann
RTVC: Cacau Florentino e Douglas Nascimento
Produtora/Imagem: Café Royal
Direção: Fred Ouro Preto
Produção Executiva: Moa Ramalho / Giovana Grigolin / Pedro Bueno
Coordenação de Produção: Alessandra Cipolletta
Atendimento: Bruna Chamlian e Nanci Bonani
Atendimento de Pós-produção: Camila Santana
Direção De Fotografia: Daniel Belinky
Direção de Arte: Igor Mariwaki
Figurinista: Reinaldo Gulart
Direção de Produção: Mônica Viesi
1o Ass. de Direção: Elis Seta
2o Ass. de Direção: Thomas Webber
Coordenação de pós-Produção: Andreza Oliveira
Ass. Coordenação de Pós: Juliane Conti Rezende
Ass. Ilha de Pós: Iara Scarpa
Finalizador: Lucas Aires
After Effects: Hub VFX
Montagem: Rodrigo Sobreiro
Finalização: Hub VFX
Color Grading: Marla Color Gradin
Produtora de som: Audioman
Maestro/Produtor: Nick Casabona e Vinicius Porto
Atendimento produtora: Gabriela Betti
Produção: Nick Casabona
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








