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Campanha da Ambev prioriza facilidade no cadastro e participação do consumidor

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Segundo ano sem Carnaval e não é só a alegria dos foliões que sofreu com o cancelamento da maior festa popular brasileira. Toda a cadeia de produtos e serviços em torno do evento foi impactada. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que, neste ano, cerca de R$ 3 bilhões deixarão de ser arrecadados. Em sua segunda edição, a campanha Parceiros de Outros Carnavais da Ambev, operacionalizada pela Estalo, agência de marketing 360º, tem como meta gerar renda extra para 20 mil ambulantes e três mil catadores de latinhas, com doações estimadas em mais de R$ 5 milhões.

“Toda a operação foi desenvolvida com dois objetivos principais: de um lado, garantir a facilidade de acesso ao cadastro, com passo a passo simples e intuitivo no site, e de outro, que o consumidor pudesse colaborar com essa iniciativa, utilizando um aplicativo conhecido e seguro para fazer suas compras”, conta Maíra Holtz, diretora da Estalo, agência de marketing 360º que implementou a campanha.

“Como empresa que nasceu em Salvador e especializada em Carnaval há 15 anos, sabemos como a pandemia afetou a parcela da população que depende desses rendimentos. É muito bacana trabalhar com a Ambev, nosso cliente de longa data, nessa ação social para apoiar seus parceiros”, ressalta Maíra.

A dinâmica adotada é simples, mas faz a diferença. Para participar da campanha, os interessados se cadastraram pelo site, comprovando a atuação como ambulante nos anos anteriores ou a participação na Associação Nacional de Catadores (ANCAT). Ao finalizar o registro, a Ambev já disponibiliza uma ajuda de custo de R$ 150,00.

Em complemento, a cada compra de produtos Ambev que os consumidores efetuaram no aplicativo Zé Delivery durante o Carnaval, a empresa fez uma doação de 5 reais para um fundo de apoio, cuja arrecadação total também será distribuída entre os cadastrados.
Nesta edição, quem se cadastrou ainda teve a opção de concorrer a vagas para cursos profissionalizantes gratuitos.

Em sua maioria, a campanha envolve ambulantes e catadores de latinhas das cidades do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Olinda (PE), Florianópolis (SC) e Brasília (DF). Em 2021 cerca de 12 mil ambulantes foram beneficiados.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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