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Camila Farani é apontada como uma das principais investidoras da América Latina

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A LAVCA (https://lavca.org/), Associação para Investimento de Capital Privado na América Latina, acaba de divulgar a mais recente edição do TOP WOMEN INVESTING, ranking que elenca as mais importantes investidoras em tecnologia do subcontinente. Pelo terceiro ano consecutivo, a carioca Camila Farani foi selecionada. “Eu vejo as mulheres cada vez mais fortes e protagonistas em diversos negócios e investimentos, e é uma honra figurar novamente nesta lista, ao lado de outras investidoras tão representativas para a economia latinoamericana”, disse.

Camila também agradeceu a todos os seus parceiros de negócios pela conquista. “Para mim, o verdadeiro investidor é aquele que se dedica o suficiente para exercer a função de mentor. E um bom mentor precisa ser capaz de encorajar, empoderar e dar suporte para que o outro gerencie o seu próprio aprendizado, maximize seu potencial e desenvolva suas habilidades (skills) da melhor maneira possível. Sou muito grata a todos os empreendedores, é maravilhoso poder desempenhar esse papel e compartilhar capital financeiro e intelectual para impulsionar negócios e melhorar a vida das pessoas”, complementou.

O conteúdo falando sobre Camila Farani divulgado pela LAVCA (https://lavca.org/vc/women-investing-latin-american-vc-decision-makers/#a_79362) destaca o fato de Camila ser co-fundadora e presidente da boutique de investimentos G2 Capital. Menciona também o fato de a investidora carioca ter presidido o Gávea Angels, um dos grupos de investimento anjo mais ativos do Brasil. E de ter investido em mais de trinta startups com co-investidores ajudando a fornecer conexões críticas de negócios, orientação prática, mentoria, consultoria, networking, formação de equipes de gerenciamento e arrecadação financeira via fundos de capital de risco. O material é finalizado falando que Camila tem feito investimentos pré-seed e seed em startups com foco em SaaS (software como serviço), e-commerce, educação, bens de consumo e mercados de alimentos.

A LAVCA, sigla em inglês de Association for Private Capital Investment in Latin America, é uma organização sem fins lucrativos dedicada a apoiar o crescimento do capital privado na América Latina e no Caribe. É composta por mais de 190 empresas, desde empresas de investimento líderes globais e ativas na região, gerentes de fundos locais a escritórios familiares, fundos soberanos globais, investidores corporativos e planos de pensão internacionais, as empresas participantes controlam ativos que excedem US$ 65 bilhões, direcionados para capitalizar e expandir os negócios latino-americanos.

A lista TOP WOMEN INVESTING integra um esforço da entidade no sentido de aumentar a visibilidade das mulheres tomadoras de decisão que investem em startups de tecnologia em early stage na América Latina. O número final divulgado, das 103 investidoras de nível sênior bem como investidoras-anjo com investimentos superiores a US$ 50 mil, listadas pelo ranking, representa um crescimento de 16% em relação a 2019. De acordo com a entidade, o crescimento registrado ano após ano reflete o aumento na representatividade feminina em cargos qualificados, bem como a evolução no acesso da LAVCA a esses investidores. Essa lista é formada da seguinte maneira: todos os anos, desde 2016, a LAVCA solicita indicações da comunidade de investidores e analisa os investidores indicados de acordo com centenas de critérios.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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