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Bis e Twitter criam solução para personalização de conteúdo inédita no Brasil

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Bis e Twitter criam solução para personalização de conteúdo inédita no Brasil

A tecnologia possibilita customização de acordo com interesses e engajamento das pessoas, trazendo uma nova forma de conversar com a audiência na plataforma. BIS é a primeira marca a utilizar a solução no Brasil

A partir deste mês, Twitter e Mondelēz Brasil ( @MDLZ_BR ) lançam uma solução inédita no país para entregar experiências personalizadas entre a marca e consumidores na plataforma. A ferramenta foi desenvolvida pelas empresas em parceria global para entender as características que tornam o uso do Twitter único para cada pessoa e personalizar o conteúdo da marca de forma automatizada, trazendo uma interação mais empática, humanizada e contextualizada com o momento. BIS é a primeira marca a utilizar a solução no Brasil.

A ação que utiliza a tecnologia é realizada na conta da marca Bis @LactaBis ) na plataforma. A solução, idealizada pelo time global de Twitter Next em conjunto com a agência DAVID São Paulo ( @weareDAVIDsp ) no Brasil, inicia uma análise automatizada das informações públicas do perfil de quem curtir ou reagir ao Tweet da campanha para identificar os interesses e comportamento daquela pessoa. A tecnologia é programada para encontrar e classificar as informações em temas específicos e, então, enviar um Tweet personalizado de acordo com o que foi detectado. A criação dos conteúdos foi realizada pela equipe de Snack Talk, hub próprio da Mondelēz Brasil, que identifica as principais tendências das redes sociais.

“Acreditamos muito na importância das nossas marcas entenderem e se posicionarem no mundo como ele é atualmente – evoluindo do modelo clássico de campanhas publicitárias para a criação de diálogos e conexões reais com as pessoas. Com esse projeto, unimos tecnologia e contexto, utilizando o melhor da automação com a linguagem do Twitter, trazendo a marca ainda mais para perto de seus consumidores e fãs de uma forma inesperada, divertida e nada intrusiva. Estamos muito orgulhosos de toda a parceria com os times Twitter e David e ansiosos para escalar para ainda mais marcas”, comenta Pedro Studart, gerente de mídia da Mondelēz Brasil.

A natureza pública do Twitter, onde as pessoas conversam sobre assuntos de interesse além de seus círculos sociais e buscam informações sobre o que está acontecendo no momento, favorece esse tipo de análise e personalização. Isso porque as curtidas, compartilhamentos e comentários das contas abertas ficam disponíveis e são visualizados publicamente na plataforma, viabilizando a identificação de interesses e preferências de maneira transparente. Além disso, o comportamento das pessoas no Twitter e o que elas procuram na plataforma fazem com que elas sejam mais abertas e receptivas a interagir com conteúdos de marcas.

“Mais do que consumidores, as marcas estão falando com pessoas e, por isso, é importante ter empatia e contexto ao se comunicar com elas. Com a tecnologia, é possível utilizar um conteúdo dinâmico e humanizado de forma escalável, e aprofundar essa conexão entre marca e consumidor”, afirma Thalita Duarte, estrategista de marca do Twitter Next no Brasil. A área é responsável por atuar em parceria com marcas e agências para desenvolver estratégias e experiências com foco nas pessoas, gerando conversas positivas.

A solução foi lançada no Twitter nos EUA em maio deste ano em campanha com o perfil de @Oreo e é utilizada pela primeira vez na plataforma no país pela Mondelēz Brasil. “Estamos em busca de um relacionamento cada vez mais próximo com o nosso público. Já atuamos nas redes sociais como se BIS fosse um amigo próximo dos consumidores, por isso escolhemos essa marca para iniciar esse projeto, que vai nos aproximar e nos dar mais intimidade na conexão com nossos consumidores. Estamos ansiosos pelos resultados e para ampliarmos a iniciativa para as demais marcas da companhia”, comenta Álvaro Garcia, CMO da Mondelez.

Conversas iniciadas entre o perfil de Bis e seus seguidores por meio do Tweet da campanha já evidenciam como interações personalizadas atraem o público e tornam essa comunicação ainda mais autêntica. Confira alguns exemplos:

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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