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Melissa relança o primeiro clube de assinaturas de calçados do Brasil

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Melissa relança o primeiro clube de assinaturas de calçados do Brasil
A  Melissa, que pertence ao grupo Grendene, é a primeira marca brasileira a lançar um clube de assinaturas de calçados no país. O formato beta chegou ao mercado no final de 2020 como MVP e a partir de 17 de setembro retornou com novidades e produtos icônicos para os apaixonados pelo seu lifestyle. O anuncio foi feito primeiramente para o Melissa Squad, grupo do Facebook que reúne fãs da marca e é administrado pela própria.

Intitulado de Hello Melissa, o clube oferece assinatura trimestral, no valor de R﹩149,90, nos mesmos moldes dos serviços de streamings, feita pelo cartão de crédito. Durante 3 meses o assinante receberá a cada mês kits diferentes e exclusivos. A assinatura fica vigente durante esse período e a renovação é automática, mas pode ser cancelada a qualquer momento. Inicialmente a assinatura estará disponível enquanto durarem os estoques. Todo mês o box irá conter uma bolsa ou um calçado e itens complementares, mantidos em segredo.

“Os produtos do clube Hello Melissa serão exclusivos, com cores, acabamentos e tecnologias únicos da assinatura, além disso muitos deles chegarão ao mercado em primeira mão para as assinantes. Na curadoria de produtos também teremos itens e acessórios Melissa que nunca foram comercializados, tudo pensado com muito carinho, buscando uma experiência completa dos nossos consumidores. Quando fizemos o lançamento em MVP no ano passado tivemos mais de 800 assinaturas somente nos três primeiros dias. Foi um sucesso, e agora voltamos com o projeto completo”, destaca a Gerente Geral da Melissa, Raquel Scherer.

Clube de assinaturas segue em expansão no Brasil

O público mais propenso a ter algum tipo de assinatura são os Millennials e a Geração Z, ou seja, as gerações que têm entre 18 e 40 anos. O mercado de clubes de assinatura no Brasil segue amplo crescimento. O modelo movimentou em torno de R﹩1 bilhão em 2019.
O número de novos assinantes nos negócios já existentes cresceu 32% no primeiro trimestre de 2021, no comparativo com mesmo período do ano passado, como aponta levantamento da Betalabs. Já nos Estados Unidos, por exemplo, o mercado já é mais consolidado e movimenta um faturamento cerca de 50 vezes maior que no Brasil.
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Com vazamento intencional e easter egg, Quem Disse, Berenice? lança campanha de coleção inspirada em As Meninas Superpoderosas

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Em um mercado de beleza cada vez mais competitivo e saturado de lançamentos, Quem Disse, Berenice? aposta em uma campanha que vai além da nostalgia. A marca transporta o storytelling de As Meninas Superpoderosas para o universo da maquiagem — com narrativa, atitude e formatos pensados para gerar desejo verdadeiro e alta repercussão digital.

Com o conceito “Elemento QDB. Make, atitude e tudo o que há de bom” a marca se inspira no “elemento X” – ingrediente secreto que dá poder às Meninas Superpoderosas na série de animação — e o transporte para o mundo da beleza, materializado em produtos sensoriais e experiências digitais interativas construídas sob uma narrativa envolvente. Essa abordagem estratégica não é apenas capturar fãs dos antigos, mas também dialoga com um público jovem-adulto conectado com as maiores tendências do mercado e pronto para se envolver em conversas autênticas.

A campanha se desenrola a partir de um vazamento intencional: antes do lançamento oficial, o vilão Macaco Louco invade os canais da marca, hackeia o e-commerce e envia kits de imprensa exclusivos com os produtos da collab. A ação, narrada por Jorge Vasconcellos, dublador original do personagem, tem como objetivo gerar curiosidade e FOMO — os ingredientes ideais para interesse e desejo.

A narrativa ganha força com a adição da Senhorita Belo — uma personagem enigmática no desenho original, essencial para convocar as Meninas Superpoderosas sempre que o caos se instala. Quem disse, Berenice? conheceu a atriz brasileira Giovanna Lancellotti para interpretar a personagem na capa de uma grande revista feminina, marcando o anúncio oficial da colaboração exclusiva de maquiagem inspirada em As Meninas Superpoderosas no Brasil. Dentro da trama da campanha, é ela quem chama as heroínas para impedir que os lançamentos de make caiam nas mãos do Macaco Louco.

“Giovanna é a parceira ideal para contar essa história, já que representa autenticamente nossas consumidoras, como Berês — antenadas em beleza e livres para se expressar. Apaixonada por make e, agora, com os fios ruivos para seu novo papel, incorpora força, personalidade e conexão óbvia com a marca” , explica Carolina Carrasco, diretora executiva de branding e comunicação de Quem Disse, Berenice? e O Boticário.

A execução da campanha se apoia em três pilares estratégicos: o engajamento orgânico com o fandom da animação, que ativa conversas conversas e cria senso de exclusividade; o protagonismo dos produtos, com foco em inovação, textura e cor; e a criação de grandes momentos de conteúdo que furam a bolha e garantem repercussão massiva. Cada elemento da campanha foi pensado para gerar alto impacto desde o pré-lançamento até o pós, com durabilidade residual para a marca.

“A narrativa colocou a coleção no centro de forma extensamente rica, entregando make e atitude de um jeito que só Quem Disse, Berenice? Poderia. Usamos estrategicamente o universo das Meninas Superpoderosas desenvolvendo os produtos e o elemento QDB em protagonistas de uma história contada pelos próprios personagens da saga: do vazamento da collab pelo Macaco Louco à revelação do rosto Senhorita Belo”, comenta Bárbara Zarif, gerente de criação e conteúdo da W3haus .

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Bradesco utiliza plataforma própria de IA generativa para acelerar processos e aprimorar a experiência do cliente

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O Bradesco dá mais um passo rumo ao futuro do setor financeiro por meio da “Bridge”, uma plataforma proprietária de inteligência artificial (IA) generativa, projetada para impulsionar a eficiência operacional, acelerar o lançamento de produtos e aprimorar a experiência dos usuários. Com mais de 3 milhões de clientes e 80 mil colaboradores já impactados por meio da BIA, assistente virtual do banco que utiliza a solução, a Bridge foi desenvolvida sob medida para as demandas da instituição e atua como habilitadora, integrando múltiplas capacidades de IA com foco em segurança, governança e escalabilidade.

Em operação desde abril de 2024, a Bridge contabiliza mais de 200 iniciativas em diferentes áreas do banco e funciona como uma camada de IA integrada ao ecossistema. Por meio de uma interface visual e um conjunto de APIs (interface de programação de aplicações) de simples integração, ela disponibiliza habilidades avançadas de IA generativa, como geração de texto e código, sumarização e classificação e criação de agentes, para serem incorporadas nas aplicações de negócio da instituição financeira. Hoje, clientes e colaboradores utilizam suas capacidades principalmente por meio da BIA.

“A plataforma permite que diferentes áreas acelerem seus processos, automatizem tarefas e melhorem a experiência dos usuários, sem a necessidade de novos desenvolvimentos complexos. Tudo isso incorporado a um framework de IA responsável que também foi desenvolvido pelo Bradesco contando com a assessoria jurídica do Opice Blum, e está alinhado às regulamentações vigentes, metodologias de referência e governança institucional, que asseguram o uso ético, seguro e responsável da IA”, comenta Rafael Cavalcanti, diretor de dados e relacionamento com clientes do Bradesco.

 

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