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Bethe B cria série de lives para contribuir com mercado durante quarentena do coronavírus

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Para disseminar informações úteis para o mercado e ajudar na tomada de decisões durante a quarentena do COVID-19, a agência Bethe B iniciou uma série de lives que estão sendo transmitidas pelo Instagram da agência desde o último dia 17.

Serão diversos temas abordados, alguns com a participação de convidados. Os dois primeiros, “Gestão de Marcas em Tempos de Crise” e “Tendências em Eventos Corporativos” aconteceram na última semana, com a participação de cerca de 150 expectadores, entre representantes de fornecedores do Live Marketing, instituições, produtores e clientes.

“Tendo como inspiração iniciativas de disponibilização de conteúdo, para contribuir de alguma forma com a sociedade e com o nosso mercado neste momento, iniciei este movimento de criar as lives que são, nada mais nada menos, que espaços de conversa sobre assuntos específicos do nosso mercado e que ajudem na tomada de decisão dos executivos”, afirma a diretora executiva da Bethe B, Izabel Barbosa.

No dia 17, o primeiro tema tratou sobre a importância da visão de longo prazo para tomada de decisões consistentes. “Estamos num ótimo momento para revisão de planejamentos e mudanças de rumo. As coisas não serão como antes, principalmente para as marcas”, enfatizou Izabel.

Já no dia 19, o assunto trouxe o comportamento do participante híbrido nos eventos, que não faz mais distinção entre os estímulos on e offline, e avalia a experiência com a marca no evento como um todo. E de que forma a tecnologia deve ser incorporada para a melhor experiência desse participante. “Falamos ainda sobre o uso de dados e a sustentabilidade. Com a participação de duas convidadas – Tatiana Barbosa, que é a head de desenvolvimento de soluções cenográficas da Bethe B, e Joanna Almeida, produtora da agência – abordamos a respeito da importância da experiência sensorial, das ações instagramáveis, da criação de ambientes acolhedores, além da tendência em formatos dos eventos corporativos”, complementou Izabel.

Na próxima terça-feira (24), às 20h30, o tema será “O que fazer se a sua empresa tem um evento planejado para os próximos meses”. “A grande mensagem da live de terça, motivada pelo manifesto divulgado pela AMPRO na última semana, é sugerir que o mercado se mantenha resiliente e unido neste momento conturbado”, adianta a diretora da Bethe B. Alguns tópicos levantados serão a importância de remarcar eventos, ao invés de cancelar; as medidas importantes em casos de cancelamentos e como deve ser a preparação para a retomada no segundo semestre.

Na quinta-feira (26), é a vez de falar sobre “Gerenciamento de Riscos em Eventos”, também às 20h30. “Como temos grande know-how em seguros, normalmente fazemos uma matriz de riscos para análise dos imprevistos que podem impactar o evento na fase de planejamento, de forma que possamos mitigá-los na pré-produção do evento. A convidada para este debate será Marcia Ribeiro, risk manager que falará sobre a abrangência dos riscos e o que devemos fazer no caso dos riscos seguráveis e não seguráveis”, antecipa a diretora.

Os profissionais interessados em assistir poderão acompanhar diretamente no Instagram da agência: instagram.com/bethebcom.

Fundada há mais de 30 anos, a Bethe B nasceu com o propósito de desenvolver projetos multidisciplinares que maximizassem resultados de negócios através do design. Em sua segunda geração, une experiência à inovação, proporcionando atendimento 360º a todas as demandas, simplificando a gestão e conquistando um posicionamento único em todas as plataformas de comunicação e relacionamento com stakeholders.

Por meio de uma metodologia proprietária de design de soluções, cria projetos que integram de forma assertiva os serviços de design, comunicação e arquitetura. No portfólio de clientes, tem projetos desenvolvidos para empresas e instituições tais como ABGR, CNseg, GVT, Fenacor, IRB Brasil RE, Icatu Seguros, Mongeral AEGON, TIM, SEBRAE, Nissan, entre outros.

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Batux consolida modelo de liderança feminina e reposiciona marca sob a estratégia de ecossistemas integrados de experiência

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O mercado de comunicação presencia uma transição definitiva: a era das ativações isoladas deu lugar a um cenário onde a consistência é o único caminho para a relevância. Acompanhando essa evolução, a Batux anuncia um robusto reposicionamento como agência de brand experience, estruturando um modelo de negócio que unifica live marketing, retail media, out of home (OOH) e creators em um sistema único de construção de marca. O movimento é chancelado por uma reestruturação societária que estabelece uma liderança compartilhada e exclusivamente feminina.

A nova configuração da agência traz quatro sócias à frente da operação: Chris Bradley (CEO), Jane Fernandes (VP de Operações), Cris Pereira Heal (VP de Clientes & Mercado) e Érica Lobato (VP de Estratégia), que agora passa a integrar a sociedade. A chegada de Cris Pereira Heal e a ascensão de Érica Lobato — executiva com histórico sólido em promoção e eficiência operacional — fortalecem a governança necessária para sustentar projetos de longo prazo, distanciando a agência de entregas meramente pontuais.

O pilar central dessa transformação é a metodologia Experience-to-Commerce Batux. O conceito propõe conectar mídia, influência e presença física no exato momento em que a atenção do consumidor se converte em decisão de compra. Para Chris Bradley, o movimento reflete uma mudança estrutural na publicidade. “Entramos em uma fase em que experiência deixa de ser disciplina tática e passa a integrar a infraestrutura da marca. Ela precisa estar presente de forma contínua no cotidiano do público”, define a CEO.

Sob a ótica operacional, a agência se preparou para o desafio da perenidade. Jane Fernandes pontua que projetos contínuos exigem novos modelos de gestão e previsibilidade. “Estruturamos a empresa para sustentar relações de longo prazo entre marcas e pessoas, não apenas entregas pontuais”, acrescenta a VP de Operações. Essa visão é endossada por Érica Lobato, que enxerga a experiência assumindo um papel de influência cultural. “Quando experiência, presença estratégica e cultura atuam juntas, a marca deixa de apenas aparecer e passa a participar da jornada do consumidor”, afirma a nova sócia.

A estratégia também foca no fortalecimento do relacionamento com o mercado e em iniciativas de sustentabilidade e propósito. Segundo Cris Pereira Heal, o desafio contemporâneo reside em mudar comportamentos através da compreensão real da cultura do varejo. “O desafio hoje é comunicar e evidenciar propósito, tornando a presença da marca relevante e capaz de mudar comportamento. Isso acontece quando a marca acompanha a jornada real do público e entende a cultura, especialmente no varejo, onde a decisão acontece”, completa a executiva.

O ecossistema proposto pela Batux integra o potencial dos creators e do retail media dentro do ponto de venda, transformando cada ativação em um circuito de influência que impacta o shopper antes, durante e após a compra. Através de parcerias estratégicas em dados e tecnologia, a agência amplia sua capacidade de entrega em canais offline, social e comunidades.

Chris Bradley conclui reforçando que a comunicação moderna não admite mais o hiato entre marca e público. “A comunicação caminha para um modelo em que a marca não ativa e desaparece. A metodologia Experience-to-Commerce Batux traduz essa lógica: cada experiência precisa gerar influência, memória e recorrência. Nosso reposicionamento nos organiza para operar nesse cenário, em que live marketing, mídia e relacionamento deixam de ser disciplinas separadas e passam a formar um único sistema de construção de marca.”

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EAÍ?! Content Experience inova com parceria pioneira com a Comida Invisível no combate ao desperdício de alimentos em eventos corporativos

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Em uma iniciativa pioneira no mercado de brand experience, a EAÍ?! Content Experience anuncia o início de sua parceria estratégica com a Comida Invisível, startup social certificada pela FAO/ONU com o selo Save Food. A agência é a primeira do setor a formalizar essa união, que visa converter a gestão de excedentes alimentares em métricas de impacto socioambiental tangíveis e de alto valor agregado para as marcas.

A parceria integra o ecossistema de soluções da Comida Invisível — plataforma tecnológica que utiliza geolocalização para conectar estabelecimentos com excedentes alimentares a ONGs certificadas por nutricionistas — diretamente à operação dos eventos realizados pela agência. O objetivo central é garantir que todo excedente alimentar seja destinado a comunidades vulneráveis, gerando métricas ESG tangíveis, como toneladas de alimentos desviadas do descarte e emissões de CO2 evitadas.

A estreia desta operação ocorreu no evento do Banco BMG, realizado na primeira semana de março de 2026, onde a tecnologia e a consultoria da startup social foram aplicadas para elevar a percepção de valor da experiência, incorporando uma camada de responsabilidade social ao propósito da marca.

Para Paulo Farnese, CEO da EAÍ?! Content Experience, a adoção dessa solução reflete o compromisso da agência em ir além da entrega operacional. “O termo Content Experience mostra que nenhuma experiência vale a pena sem conteúdo e nenhum conteúdo é relevante sem experiência. Ao trazermos a Comida Invisível para o coração dos nossos eventos, como fizemos com o BMG, demonstramos que nosso conceito gera impacto social real e mensurável. Essa ação reforça nosso posicionamento de gerar valor e narrativas de marca com propósito prático, transformando o que seria resíduo em segurança alimentar.”

A parceria está alinhada às diretrizes comemorativas de 10 anos da EAÍ?! e da Comida Invisível, ambas fundadas em 2016, reforçando a narrativa de inovação e sustentabilidade das duas empresas.

Segundo Bruno Quinteiro, Head de Planejamento da EAÍ?! e sponsor da agenda ESG da agência, a iniciativa aponta para uma evolução no papel dos eventos dentro da estratégia das marcas. “Ao integrar soluções como a da Comida Invisível à operação dos projetos, criamos impacto positivo e conseguimos transformar algo que historicamente passava despercebido na cadeia de eventos – o excedente alimentar, em valor social mensurável para a sociedade e para as marcas.”

Mais de 100 kg de alimentos reaproveitados

Os resultados práticos da iniciativa já são tangíveis. No projeto piloto realizado com o Banco BMG, a operação logística e tecnológica da parceria garantiu que 122,90 kg de alimentos, que incluíram desde proteínas e grãos até hortifruti, fossem integralmente reaproveitados. Essa destinação correta resultou na oferta de 614 refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e evitou a emissão de 347,70 kg de CO2 na atmosfera, dado que o descarte em aterros sanitários é um dos grandes emissores de gases de efeito estufa.

Daniela Leite, fundadora e CEO da Comida Invisível, ressalta o potencial da união. “Eventos concentram grande volume de alimentos em um curto período e, por isso, funcionam como um laboratório ideal para demonstrar a eficiência da infraestrutura da Comida Invisível na gestão de excedentes. Nesse ambiente, nossa tecnologia transforma rapidamente alimentos que seriam descartados em impacto social e ambiental mensurável, reduzindo custos de descarte e ampliando o acesso à comida. Com a EAÍ?!, essa lógica passa a operar dentro da própria cadeia de eventos, mobilizando fornecedores e operações para que o excedente gerado deixe de ser resíduo e passe a integrar uma rede de redistribuição com impacto real. Uma parceria realmente muito potente.”

Além da destinação correta dos alimentos, a parceria prevê o fornecimento de indicadores para relatórios ESG e treinamentos de boas práticas de manipulação para os estabelecimentos parceiros, em conformidade com a Lei 14.016/2020.

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