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B.done auxilia cerca de 100 marcas a trocarem de agências de comunicação em 2022

A B.done, criadora do serviço de matchmaking entre marcas e agências no Brasil, tem sido protagonista em alinhar novos relacionamentos no mundo da comunicação e marketing. Com um planejamento estratégico estruturado para criar um entendimento entre ambos os lados sobre temas essenciais no meio, como budget, comunicação e, principalmente, a entrega de resultados, a empresa foi responsável por intermediar 97 contratos apenas em 2022. Entre as marcas que contaram com o auxílio da companhia estão: Panasonic, Vagas.com, Mococa, Santa Helena Alimentos, Movidesk, Haribo, Embelleze, entre outras.
Segundo a CEO e founder da B.done, Cáh Morandi, nenhuma das empresas fez acordos com os principais players do setor. “Todas elas fecharam contratos com agências boutiques e independentes, que estão centralizadas nas regiões de Porto Alegre, Belo Horizonte e São Paulo, além do interior paulista”, informa.
Ainda de acordo com a empreendedora, grande parte das trocas acontece por insatisfação sobre a entrega ou atendimento em parcerias anteriores. “Em outros casos, percebemos também readequações de budget ou investimento em novas estratégias de marketing e comunicação”, diz.
Atualmente, a B.done possui parceria com aproximadamente 200 agências, que são qualificadas em um processo de credenciamento para participar do seu ecossistema. “Preferimos trabalhar com agências independentes e também incluir aquelas que estão fora do eixo Rio-São Paulo. Além do interior paulista, trouxemos grupos do Norte, Nordeste e Sul do país, de modo a democratizar o acesso a grandes contas para essas organizações”, explica Morandi.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







